E fomos felizes para sempre…
É o que todos esperamos da vida, como premio por tanto sacrifício, decepções, perdas, dor e solidão.
Estou com 53 anos e, sinceramente, prefiro ver o cotidiano como uma mescla de tudo isso combinado com momentos de boas surpresas, risos, prazeres, conquistas e cumplicidade.
Ou como dizia Millôr Fernandes, o guru do caos, “toda alegria vem embrulhada num papel fininho de tristeza”.
Assim sendo, não me parece a escolha mais inteligente, interpretar os inevitáveis problemas diários como uma praga divina, mas como parte inerente do existir.
No fantástico filme, Pulp Fiction – Tempo de violência – dirigido e escrito por Quentin Tarantino, um das personagens mais instigantes era Winston Wolf, magistralmente interpretado por Harvey Keitel, e que se especializou em resolver problemas. Ou seja, aonde os outros viam dificuldades, Woff encontrava saídas.
Concluindo, podemos escolher divisar os inexoráveis desafios habituais como parte inerente da nossa vida e a maneira como vamos solucioná-los, um treinamento para a criatividade e a construção de novas habilidades.
Etiquetas: alegria, dor, felicidade, Millôr Fernandes, Pulp Fiction, Quentin Tarantino, sacrifício





Sempre sugerindo um belo filme, Jojó!
O resultado da incorporação deste texto no cotidiano é.. uma vida mais feliz. Menos reclamações.
Sugiro aos leitores que estendam sua navegação ao vídeo Mude Sempre, do Jojó: http://br.youtube.com/watch?v=FW1wFQhbBaA
Abraço forte, Jojójí!
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E, às vezes, aprendemos mais e crescemos nesses momentos, por mais duros que eles pareçam! Obrigada, Jójó!!! Foi muito bom atender o teu telefonema no outro dia
até breve!!!
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Existem pessoas assim… Não para todos, mas tu de certeza que o és para muitos: Especial, um grande amigo, uma grande referência, um sorriso de carinho e saudade que esboço neste momento, depois de ler as tuas palavras que sempre me tocam e me fazem sentir te perto!
Bjusss
Catarina Candeias
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