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Sábado, 16 de Janeiro, 2010

Às vezes nosso coração é tomado por um amor diferente
E branco, mulato, vermelho e tem a cor de todas as raças
É pobre, rico e miserável e remendado também
Contem todas as lágrimas e todo o riso
Pode ser ouvido em todas as línguas mas permanece silencioso
Ele se espalha como o sol pelo mundo e brilha em todos os olhos
Humanos, caninos, multifacetados, abertos e fechados
É tanto amor que torna invencível aqueles que o possuem
Poder para te dizer
- Eu te amo. Eu acredito em você. Eu confio em ti. Você jamais estará sozinho. Eu estarei sempre, sempre contigo.
É … às vezes nosso coração é realmente tomado por um amor diferente.
(Escrito em sábado muito, muito feliz.)
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Sábado, 16 de Janeiro, 2010

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Da Jamaica para o mundo
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| É só amor |
| É só amor |
| Yeah!
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Por que deveriam as nossas
crianças brincar nas ruas, |
| Corações quebrados e sonhos dissipados |
| Paz e amor a todos que você encontrar |
| Não se preocupe, poderia ser tão doce
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| Apenas olhe para o arco-íris, você verá |
| O sol brilhará até a eternidade |
| Eu tenho tanto amor em meu coração |
| Ninguém pode acabar com isso |
| Yeah |
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| Sinta a geração do amor |
| Sim, sim, sim
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| Sinta a geração do amor |
| Vamos, vamos, vamos, vamos, yeah
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| (Assobiando…..) |
| Seja a geração do amor |
| Sim, sim, sim |
| Seja a geração do amor |
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| Ooohhh yeah-yeah |
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| Não se preocupe com coisa alguma, |
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| Vai ficar tudo bem |
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| Não se preocupe com coisa alguma, |
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| Vai ficar tudo bem |
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| Não se preocupe com coisa alguma, |
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| Vai ficar tudo bem |
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| Vai ficar, vai, vai, vai ficar tudo bem |
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| Por que devem nossas crianças brincar nas ruas?, |
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| Corações quebrados e sonhos dissipados |
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| Paz e amor a todos que você encontrar |
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| Não se preocupe, poderia ser tão doce |
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| Apenas olhe para o arco-íris, você verá |
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| O sol brilhará até a eternidade |
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| Eu tenho tanto amor em meu coração |
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| Ninguém pode acabar com iss |
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Quinta-feira, 17 de Dezembro, 2009

Foi um poderoso sat chakra, rodeado de amigos, mais do que alunos.
Se depender das mentalizações que fizemos, o ano de 2010 promete…
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Domingo, 13 de Dezembro, 2009

A medida que os anos estão passando e os anos cobram seu pesado tributo, fica cada vez mais patente para o Jojó, como presidente da Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina (FYESC) que um dos segredos de uma boa liderança é gerar outras lideranças, descentralizando poder.
Quanto mais poder compartilhamos, mais comprometimento e motivação conseguimos das pessoas com quem escolhemos trabalhar.
Hoje gostaria de homenagear uma galera linda, motivada, com ganas de realizar e super comprometida de nossa federação, nossa proposta cultural e o seu sistematizador: o Grupo de Líderes da FYESC.
Estão realizando muito e são uma fonte de orgulho para toda a Nossa Cultura. São eles os Instrutores Lerivan Ribeiro, Márcia Oliveira, Anneliese Maia, Cindy Araújo, Thalyta Trolese de Souza, Marina Casali, André Silva Alves, LIzandra Mendes, Karen Ybarzo Fechine, Gustavo Cambraia Giraldes, Raffael Goulart, Luiza Eduarda Lazzaris, Felipe Lorenzzi Godinho, Lucas Babeto, Yasmin Lapolli, Romina Natalia, João Eduardo, Bruna Braun, Samantha Linsmeyer, Jennifer Zuco Bez, Ana Claudia Zimmermann e Felipe Marin.
Parabéns, galera linda.
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Sexta-feira, 11 de Dezembro, 2009
Acabo de receber um exemplar do livro SwáSthya Yôga em duplas, do meu amigo e Diretor da Unidade Joinville, o prof. Gustavo Marson.
Além do acabamento belíssimo, em papel couchet, a obra inclui 130 páginas impressas a 4×4 cores , mais de 200 fotos de técnicas corporais executadas a dois com suas respectivas descrições. Os modelos das fotos são instrutores e praticantes do nosso Método em Joinville.
O trabalho de pesquisa está riquíssimo e indico veementemente para:
- Instrutor de Yôga de qualquer modalidade que desejem enriquecer suas aulas
- Praticantes do Nosso Método que almejem ampliar sua flexibilidade e força, pois sabidamente, práticas em dupla aumentam as qualidades físicas, flexionamento e potência muscular
- Para cultivar uma prática romântica e potente, com ótimas trocas de retribuição e cuidados com quem você gosta.
SwáSthya Yôga em duplas
Autor: Gustavo Marson
Edição do autor
R$ 42
Pedidos: (47)3422-5309
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Domingo, 29 de Novembro, 2009
A palavra hierarquia comumente está equivocadamente associada à coerção, e por isso, comumente gera uma reação refratária.
Precisamos mesmo de hierarquia? Concordo que temos dificuldade de ajustar-nos a ela. Entre tantos motivos, elencamos a dificuldade de equacionar o conceito de liberdade individual com a regra, a norma.
Toda a regra tem como funções a redução de conflitos, a busca da harmonia nas relações. Seja de um grupo de homo sapiens, chimpanzés ou panthera leo.
Esta também é um dos objetivos da hierarquia. Se não, vejamos o que diz o Educador DeRose, muito apropriadamente, sobre o assunto: o que mais prezamos é a arte de relacionar-nos bem com todo o mundo: nossos pares, nossos subordinados e nossos superiores. Uma excelente ferramenta para facilitar um bom relacionamento, baseado no respeito mútuo, é a observância da hierarquia.
Ela contribui para evitar confrontos desnecessários e anti-éticos. E auxilia a etiqueta, poupando-nos de gafes, eliminando dúvidas quanto à posição a ser ocupada em qualquer circunstância por todos os membros da nossa comunidade, desde a localização dos alunos numa sala de práticas, à distribuição dos participantes numa cerimônia, ou até numa fotografia de grupo; enfim, orienta-nos sobre a maneira de comportar-nos em qualquer situação.
A palavra hierarquia vem do grego hieros (sagrado) + arché (poder, comando) podendo ser definida como organização social em que se estabelecem relações de subordinação e graus sucessivos de poderes, de situação e de responsabilidades; ou ainda como classificação, de graduação crescente ou decrescente, segundo uma escala de valor, de grandeza ou de importância (Dicionário Houaiss).
No seu livro, Eu, primata, o autor, Frans de Wall, observa que não apenas somos sensíveis às hierarquias e à linguagem corporal a elas associadas, mas simplesmente não podemos viver sem elas. Mesmo que alguns preferissem vê-las desaparecer, a harmonia requer estabilidade, e esta depende, em última análise, de uma ordem estabelecida. Podemos ver facilmente o que acontece na aus6encia de estabilidade em uma colônia de chimpanzés. Os problemas começam quando um macho que costumava sair do caminho e fazer reverencia para o chefe, transforma-se em desafiante, causando barulho e confusão (…). O momento crítico não é a primeira vitória do desafiante, mas a primeira vez em que ele obtiver a submissão (…). Enquanto não se estabelecer a ordem vigente outra vez, o ambiente do clã refletirá a divisão de poder, sinalizando medo e desconforto. Para os chimpanzés, a hierarquia clara e estável elimina tensões, e com isso os confrontos tornam-se raros: os subordinados evitam conflitos, e os superiores não tem motivos para buscá-los.
Sinais por favor!
Na natureza, os chimpanzés, as hienas, as abelhas e formigas são exemplos de organizações sociais fortemente hierarquizadas, como vantagem evolutiva que garante a sobrevivência dos indivíduos e a perpetuação do gene.
Na sociedade humana, vamos encontrar na igreja, exército, artes marciais e na família, modelos de corporações hierarquizadas. Em todas elas, quanto mais visíveis os sinais de quem é quem, mais confortáveis todos se sentem. Todos nós ambicionamos por transparência hierárquica. Sentimo-nos muito confusos sem sinais externos da posição das outras pessoas em relação a nós. Seja pela aparência, atitude ou objetos que porta, estamos permanentemente procurando indícios hierárquicos para sabermos como comportarmo-nos.
Imagine um dojô, local onde se treinam as artes marciais, em que todos trajassem quimonos com faixas da mesma cor. Como cada um saberia distinguir quem é um Mestre ou um iniciante? Buscariam ansiosos e inseguros, no olhar, postura etc, sinais hierárquicos com resultados constrangedores, provavelmente, e que seriam facilmente contornado por uma codificação de cores nas faixas.
Vantagens e desvantagens da hierarquia
As vantagens da ordem hierárquica esta na divisão de responsabilidades, que gera, para qualquer organização, resultados coletivos mais eficientes, além de facilitar o aprendizado, e segurança decorrente da estabilidade pela redução os conflitos.
O desafio está no caráter daqueles que representam os graus mais altos de importância em qualquer sistema hierárquico. Vemos diariamente, em todos os lugares maus exemplos de conservadorismo e corporativismo, além de corrupção, abusam de poder e preconceito.
E a liberdade?
A liberdade é o nosso bem mais precioso. No caso de ter que confrontá-la com a disciplina, se esta violentar aquela, opte pela liberdade (Mestre DeRose)
Nossa observação do ser humano constata que nem todos nasceram para viver sob hierarquia, pois ela sempre releva os interesses individuais em prol do que é melhor para a maioria.
O que devemos procurar é de que forma podemos ser úteis em um sistema hierárquico e de como nossos talentos possam construir uma mútua e vantajosa relação de trocas, aonde as habilidades individuais reforçam e aprimoram o modelo hierárquico e este nos ofereça estabilidade, amigos confiáveis, segurança e reconhecimento.
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Quinta-feira, 26 de Novembro, 2009

Pújá é chaittanya, é mentalização, é askésis.
É repetir mental e diariamente
determinados modelos pró-ativos,
substituindo outros, menos inteligentes e positivos.
Pújá modifica o samskára,
registro inconsciente que nos predispõe ao fatalismo,
herança evolutiva de todos os mamíferos,
trocando por outro, o do santôsha, contentamento.
Pújá nos ensina a ver o copo cheio pela metade,
ao invés de vazio pela metade.
Incorporar a gratidão e com ele o sentimento de ánanda, bem-aventurança.
E perdoar, pois a mágoa não encontra ressonância por muito tempo
em um coração pleno de reconhecimento.
E finalmente, o mais importante:
a conexão direta com o Mestre eleito
e portanto, com o Método por ele preconizado,
promovendo profundas mudanças evolutivas no
corpo, coração e mente do discípulo.
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Sábado, 10 de Outubro, 2009
Num início de tarde chuvoso de fim de verão, almoçávamos eu e Charles Maciel, Diretor- Executivo da Uni-Yôga, num shopping de Floripa. A conversa girava sobre o tema preferido dos profissionais da Rede: a Uni-Yôga.
Já estávamos comendo há meia-hora. O motivo da visita de Charles à capital dos catarinenses, era uma auditoria que ele aplicaria em todas as Unidades de Floripa.
Entre uma garfada e outra, lembrávamos de um e outro Diretor, conversávamos sobre o Credenciado-Sênior, o Mestre, Credenciados etc. Descontraído, comunicativo e simpático, Charles fazia a conversa fluir descomprometida e agradável.
Terminado o almoço, já no final do café, aconteceu uma transformação impressionante com o meu velho amigo. A sua tradicional expressão facial sorridente e descontraída deu lugar a uma expressão atenta e séria. O espírito do auditor estava baixando. Progressivamente, o corpo seguiu a postura do rosto. O nosso velho Chachá deu lugar ao auditor Prof. Charles Maciel.
A partir daí, iniciou-se o processo da auditoria na Unidade Centro. Foram quatro horas de averiguação contábil, administrativa, pedagógica, comportamental e das instalações.
Foi impressionante a quantidade de coisas diferentes que o auditor conseguiu averiguar e corrigir em tão pouco tempo. O meu velho companheiro desenvolveu uma paranormalidade, um siddhi muito peculiar: identificar falhas nos procedimentos nas Unidades. E com uma vantagem adicional rara: sobre cada oportunidade de melhoria identificada, sempre acrescentava uma sugestão valiosa, prática e viável. E sempre com aquele jeito cuidadoso no trato com os Credenciados que lhe é peculiar.
No final da tarde, cansado, Charles deitou-se para refazer suas energias. Ao reabrir os olhos, o espírito do auditor havia-se ido, e tínhamos de volta o velho amigo.
Nos dois dias seguintes, o espírito auditor de Charles, literalmente escaneou todas as Unidades da Grande Floripa, identificando problemas, indicando correções, gerando um verdadeira revolução na padronização das Unidades Credenciadas daqui.
Quando ele se foi, a sensação era de estupor pela quantidade de coisas que precisávamos mudar, mesclado a um sentimento de gratidão profunda pelas preciosas dicas que mudariam para sempre nossas Unidades.
Além desta, outra percepção foi a de que todos os Diretores de Unidades, de toda a Rede, precisam viajar pelo menos uma vez por mês a São Paulo, para estar junto ao Mestre DeRose, sob o risco de perder o bonde da história e nunca mais suprir a defasagem inevitável da distância geográfica.
Florianópolis, 20 de abril de 2004
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Quinta-feira, 20 de Agosto, 2009

Trabalho é o veículo de aplicação
do nosso valor (a totalidade das nossas qualidades, habilidades e talentos)
no mundo em volta de nós,
tornando-o melhor.
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Segunda-feira, 3 de Agosto, 2009
Em maio de 1976 conheci o SwáSthya e me encantei imediatamente. Lembro-me que a imersão foi total e em poucos meses já sentia os resultados. De segunda a domingo, acordava às cinco da madrugada para realizar meu sádhana matinal que durava até as sete. De segunda a sexta, depois de praticar na Unidade, me dirigia ao trabalho, pois era servidor público federal e aproveitava para estudar os livros indicados na bibliografia da época. Quando saía do emprego, me deslocava até a Unidade para praticar ainda mais com a Profa. Dalva Arruda, minha iniciadora.
Naquele período, todos fazíamos uma grande mistureba de egrégoras, além de ler de tudo, fosse sério ou pura alucinação. Estávamos nos anos setentas, que eram fortemente influenciados pela contracultura, o movimento hippie etc. Lembro-me de ter morado em duas comunidades hipongas, onde plantávamos, tomávamos banhos gelados todos os dias, todos praticavam Yôga, o amor era livre e, infelizmente, as drogas também. Ingenuamente, acreditava-se que drogas como o LSD poderiam conduzir o indivíduo à iluminação. Muitos amigos meus experimentaram estas substâncias e jamais voltaram, tornando-se pessoas isoladas, algumas suicidaram-se e outras ficaram esquizofrênicas.
As imagens dos yogis ascetas, com sua proposta de desprendimento do corpo e dos bens materiais, vivendo em total foco na iluminação, serviam, equivocadamente, de arquétipo para milhares de Instrutores e praticantes de todas as modalidades, em todo o mundo, naquela década. Entre esses, estava eu.
(continua amanhã)
Etiquetas:asceta, contracultura, Dalva Arruda, drogas, egrégora, iluminação, profissão, saddhu, SwáSthya, yôgi Na categoria Filosofia, Vida, Yôga | 1 Comentário »
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