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	<title>BláBLOGBlá - O blog do Jojó &#187; cão</title>
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	<description>Um espaço para compartilhar com amigos, alunos e curiosos sobre filosofia, vida, trabalho, amor, esporte e Yôga.</description>
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		<title>Um amor de cão</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 15:27:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>
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		<description><![CDATA[Levei 50 anos para ter um cachorro e quando  escolhi, preferi que fosse uma YôgaDog já que  passamos muito tempo na Unidade. Somente quem já teve um cachorro para saber da  inenarrável experiência de amor e companheirismo  ilimitado que é conviver com um. Bíja, a nossa Golden Retriever, é, além de linda, uma cachorrinha muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-233" title="bija-e-jojo" src="http://yogafloripa.com/blogdojojo/wp-content/uploads/2009/07/bija-e-jojo-150x150.jpg" alt="bija-e-jojo" width="150" height="150" /> Levei 50 anos para ter um cachorro e quando  escolhi, preferi que fosse uma YôgaDog já que  passamos muito tempo na Unidade.</span></p>
<p><span> Somente quem já teve um cachorro para saber da  inenarrável experiência de amor e companheirismo  ilimitado que é conviver com um.</span></p>
<p><span> Bíja, a nossa Golden Retriever, é, além de linda, uma cachorrinha muito educada, silenciosa, muito alegre e que adora gente.</span></p>
<p><span>Em verdade, não sei se ela acha que é gente, mas tem certeza que todos os humanos são cachorros.</span></p>
<p><span>Quando os alunos chegam, Bíja os recebe com a cauda abanando e quando entram para praticar, aguardo-os, deitadinha na entrada da sala de aula.</span></p>
<p><span>Adora a sala de prática, mas jamais entra se não a convidarmos. Muitas vezes, permitimos que participe das aulas, e ele, educadamente, entra e senta-se ao fundo, silente.</span></p>
<p><span>Bíja ama passear e, como é muito disciplinada, não necessita de guia, mantendo-se sempre junto aos Instrutores.</span></p>
<p><span>Enfim, amamos a nossa Bíja, que nos faz mais felizes e alegres, com seus olhos expressivos e a cara de sorriso.</span></p>
<p><span>Que você viva muito tempo entre nós Bíja. </span></p>
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		<title>Bíjá e eu – a história de uma labradora Golden Retriever e seu apaixonado dono</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 13:44:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>
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		<description><![CDATA[Li apenas os três primeiros capítulos do livro Marley e Eu. Senti-me desconfortável com tanto amadorismo e incompetência do autor ao adquirir um cachorro. E como contrapeso, gostaria de compartilhar com você minha experiência diametralmente oposta. Sempre quis adquirir um cão, mas imaginava, e com razão, que daria muito trabalho. A progênie Golden Retriever, um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60" class="wp-caption alignleft" style="width: 189px"></p>
<div style="text-align: auto;"><img class="size-full wp-image-60" title="bija_e_jojo" src="http://yogafloripa.com/blogdojojo/wp-content/uploads/2009/03/bija_e_jojo.jpg" alt="Bíjá e Jojó" width="179" height="200" /></div>
<p><p class="wp-caption-text">Jojó e Bíjá</p></div>
<p>Li apenas os três primeiros capítulos do livro <strong><em>Marley e Eu</em></strong>. Senti-me desconfortável com tanto amadorismo e incompetência do autor ao adquirir um cachorro. E como contrapeso, gostaria de compartilhar com você minha experiência diametralmente oposta.</p>
<p>Sempre quis adquirir um cão, mas imaginava, e com razão, que daria muito trabalho. A progênie <em>Golden Retriever</em>, um labrador peludo e gentil, sempre me atraiu, mas como está catalogado nas raças gigantes, meu foco direcionou-se, inicialmente, para outras, mais ajustáveis as dimensões de um apartamento.</p>
<p>Iniciei o projeto de adquirir um <em>Canis familiaris </em>escolhendo um nome que fosse pequeno, fácil de memorizar e representasse algo com que me identificasse. A denominação elegida foi <em>Bíjá</em>, termo sânscrito que significa <em>semente</em>, numa alusão aos sons-sementes dos <em>chakras</em>, centros de força que o Yôga Antigo trabalha com o intuito de alavancar a evolução humana. Mas também como uma referência a semente de carinho, amor e lealdade, característica da raça <em>Golden Retriever</em>.</p>
<p>Depois, iniciei uma pesquisa na internet, que oferece uma infinidade de sites, relacionando raças e características, além de sites de criadores, com o intuito de facilitar a escolha. A despeito da investigação na net, ainda estava em dúvida e consultei um adestrador, e minhas escolhas balançaram ainda mais.</p>
<p>Porém, logo depois, viajei para Portugal, a convite do meu querido amigo, Prof. António Pereira, presidente da Federação de Yôga do Sul de Portugal e conheci <em>Shiva</em>, um cãozinho de raça indefinida, muito simpático e comunicativo, propriedade dele e de sua esposa na época, Mariana. Encantei-me como ele era educado e disciplinado, fruto do trabalho de treinamento feito pela Mariana. E decido que <em><strong>Bíjá </strong></em>teria que ser assim.</p>
<p>Algum tempo depois, meus queridos amigos paulistanos, Fernanda Neis e DeRose, adquiriram uma linda fêmea <em>Weimaraner</em>, uma raça realmente gigante e hiperativa. O casal mora em apartamento, lugar inicialmente não indicado para uma cepa canina tão agitada. Mas graças a um trabalho genial de adestramento e dedicação dos dois, combinado com o de uma adestradora, <em><strong>Jaya </strong></em>é uma<em> Weimaraner</em> extremamente educada.</p>
<p>Era o exemplo que eu necessitava para buscar a <em>Golden Retriever </em>dos meus sonhos. Comecei por procurar alguém que trabalhasse com o adestramento por reforço positivo, e encontrei no treinador Ricardo Pinheiro Machado, um orientador sério e experiente. Comentei com ele sobre a minha escolha e então ele atentou para algumas atitudes que foram fundamentais na educação da <strong><em>Bíjá</em></strong>:</p>
<ol>
<li>Ler um livro sobre adestramento de cães. Estas obras, além de trazer uma série de exemplos de condicionamento canino, oferecem uma gama enorme de informações sobre o comportamento e visão que os cachorros tem dos donos, ajudando o proprietário a conhecer e entender melhor a conduta canídea.</li>
<li>É fundamental visitar o canil, para conhecer a personalidade dos pais. Os filhotes serão sempre uma síntese das características genitoras. Os progenitores da <strong><em>Bíjá </em></strong>eram extremamente dóceis e a mãe, particularmente, era muito tranqüila, aumentando as chances dos filhotes também o serem;</li>
<li>Definir o gênero é fundamental. No meu caso, optei por uma fêmea, por ser menos territorialista e mais fácil de adestrar;</li>
<li>Solicitar estar presente na escolha do filhote da ninhada. No momento da eleição, descartar todos aqueles que correrem em sua direção, ou roubarem a comida dos demais. Estes serão líderes de matilha, e, portanto, mais difícil de adestrar;</li>
<li>Deixar o filhote escolhido por, pelo menos, dois meses com a mãe, ao invés de 45 dias, como querem os criadores. Estes quinze dias a mais com a genetriz, ajudarão muito no adestramento. Mesmo que o criador exija que você pague pela ração e locação deste período, pague, pois valerá a pena;</li>
<li>Castrar a fêmea antes da primeira menstruação. Além de tornar-se mais calma e tranqüila, a saúde da fêmea é preservada de doenças em seu aparelho reprodutor, pois são comuns tumores mamários e uterinos depois de gestar algumas ninhadas.</li>
<li>Iniciar o adestramento aos 5 meses.</li>
</ol>
<p>Segui a risca os valiosos conselhos do treinador e todos foram de muita utilidade na educação da <strong><em>Bíjá</em></strong>, em especial o método utilizado pelo Ricardo Machado, denominado adestramento inteligente, que se baseia no reforço positivo.</p>
<p>Além disso, outro aspecto fundamental foi que Ricardo não adestrou a <strong><em>Bíjá</em></strong> e sim aos instrutores da nossa Unidade de Yôga.</p>
<p>Duas vezes por semana, Ricardo nos visitava e passeávamos pela cidade, <strong><em>Bíjá</em></strong>, ele e os 5 instrutores, aprendendo e reforçando os condicionamentos. Este modelo de aprendizado permite que o dono possa, ele mesmo, treinar o cão, evitando que ele se descondicione e principalmente, sinalize para o animal quem é o líder da matilha.</p>
<p>Como passeio diariamente com a <strong><em>Bíjá</em></strong>, observo que a maioria dos donos são reféns de seus cães, levando-os a um comportamento questionador e indisciplinado, ao contrário da minha amada <em>Golden Retriever</em>, fruto de algumas boas horas de dedicação e treinamento.</p>
<p>Só para terem uma idéia, <strong><em>Bíjá </em></strong>passeia comigo sem guia, absolutamente obediente aos comandos e encantando a todos por sua docilidade e interatividade com outras pessoas e cães.</p>
<p>Para encerrar, uma observação importante para quem declara não gostar de cachorros: você só diz isso porque ainda não experimentou desfrutar do companheirismo, carinho, atenção e lealdade a toda prova que representam estes verdadeiros anjos peludos em nossas vidas.</p>
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