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Segunda-feira, 2 de Agosto, 2010

Impecavelmente organizado pelo poderoso Grupo de Líderes de SC, foi realizado nesse sábado dia 31 de Julho, mais um Mahá Sat Chakra. O evento aconteceu na Unidade do Kobrasol e contou com quase 60 participantes divididos entre Diretores, Instrutores e praticantes do Método DeRose de Santa Catarina.
Durante dois meses, os membros do Grupo de Líderes, Thalita Trolese, Marcia Oliveira, Marina Casalis e Duda Lazzaris estiveram comprometidas em divulgar o evento entre as Unidades, conseguindo reunir muita gente .
Coordenado por Andre Alves e Fernando Marin, membros do Grupo de Líderes, tivemos um tocante sat sanga comandado pelos autores do livro ‘O Poder do Mantra’, Ricardo Melo e Caio Melo. Foram vocalizados mantras e explicado o significado de cada termo, além da participação de convidados muito especiais. Os kirtans foram conduzidos com muita simpatia e carisma pelos dois e ao final, podíamos sentir uma vibração de pura alegria nos corações dos participantes.
Logo depois, foi realizado um poderoso e belíssimo sat chakra, prática de mentalizações, configurado por dois círculos, tal o número de participantes. O de fora pelos alunos e o cÍrculo central pelos Diretores, Instrutores do Método DeRose.
Para aqueles que eram alunos, o evento transcorria impecavelmente, pois podia-se notar que tudo havia sido preparado com cuidado e muito bem organizado.
A seguir, sob a batuta da participante do Grupo de Líderes, Cindy Araújo, com a participação de Karin Fechine, Letícia Casanova e Marina Casali, tivemos uma emocionante entrega de insígnias para os graus de sádhaka (Manoela do Nascimento, Fabíolla Vasconcellos, Natália Corvalam, Maria Bazzi , Amanda Faria de Araújo, Jovanio Fernandes, Carla Avelar e Mirian Landerdahl, seguido de entrega para o grau de yôgin (Ramão Vasconcelos), chêla (Guilherme Pitsch) e graduado (Viviane Mondardo). Um sucessinho! Tudo cercado de muita força e emoção. Os textos de entrega de insígnia foram lidos pelos Diretores de Unidades Credenciadas, Profa. Lucila Silva, Prof. Rodrigo De Bona, Instrutora Lisandra Zapelini e Instrutor Michael Fretta.
Em seguida, o grupo todo ficou impressionado com a poderosa demonstração de coreografia, feita pelo apresentador de nível internacional, o nosso querido Instrutor Rodrigo Vivas.
E ao final, tivemos um delicioso risotto, preparado pelo instrutor Felipe Godinho, Mila Bochese, Romina Pino e Marcia Oliveira e seguido de momentos de descontração, muita confraternização e alegria.
Acesse as fotos, feitas pelos membros do Grupo de Líderes, Bruna Braunn e Fernando Marin, estão disponíveis no www.grupodelideresdesc.blogspot.com
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Terça-feira, 20 de Julho, 2010
Abaixo reproduzimos um pequeno texto extraído do pocket O que é o Método DeRose, escrito pelo Educador DeRose, e que sintetiza 0 estilo de vida da Nossa Cultura. Em cada Unidade, no coração e mente de cada Instrutor e aluno do Nosso Método, buscamos constantemente os padrões abaixo mencionados de qualidade de vida. E a cada dia, aprimorando nossos hábitos, nos aproximamos cada vez mais deste ideal.
Qualidade de vida é tornar sua existência descomplicada, é fazer o que lhe dá prazer, com alegria, saúde e bem-estar.
Qualidade de vida é suprir as necessidades fisiológicas e ergonômicas, é adotarmos hábitos que promovam e mantenham a funcionalidade do corpo, do emocional e do mental, é o aprimoramento e desenvolvimento das nossas habilidades, através do trinômio: boa alimentação, boa forma e boa cabeça.
Qualidade de vida é relacionar-se de maneira descontraída, ética e responsável com o meio ambiente e o meio sócio-cultural, procurando compartilhar e interagir, agregando sempre generosidade, elegância, respeito e carinho às nossas relações humanas (sociais, profissionais, familiares, afetivas e outras), mediante a adoção de um conjunto de valores que incluem boa cultura, boa civilidade e boa educação.
Qualidade de vida é adotar uma visão de mundo que nos motive a buscar o desenvolvimento e o aprimoramento contínuo, conquistando a nossa excelência através do estudo, dos ideais e do autoconhecimento.
Qualidade de vida é manter um padrão de gastos dois degraus abaixo do que você ganhar. É residir próximo ao trabalho. É alimentar-se com frugalidade. É conseguir extrair satisfação de todas as coisas. É esbanjar o seu tempo dando atenção aos amigos e aos conhecidos. É dar flores à pessoa amada. É não se deixar abalar pelos percalços da vida. É amar com franqueza e perdoar com sinceridade.
Estes são os nossos valores.
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Terça-feira, 18 de Maio, 2010
Pelo décimo quarto ano consecutivo, o DeROSE Festival de Floripa, que acontecerá agora nos dias 28, 29 e 30 de maio, está repleto de gente linda e pró-ativa.
Faltando sessenta dias para o início do evento, as vagas do Hotel Praiatur estavam todas ocupadas.
Segundo me contou o setor de reservas, em março, ligou um interessado.
- Bom dia, gostaria de fazer uma reserva para o DeROSE Festival de Floripa, por favor – solicitou a pessoa.
- Desculpe-me, senhor, mas todos os leitos estão ocupados.
- Como pode ser? Estou ligando com dois meses de antecedência?
- Pois é, meu senhor. Para o DeROSE Festival de Floripa, a antecedência é de quatro meses.
Agora, os inscritos de última hora, buscam um lugar nas pousadas próximas ao hotel, que estão também quase lotadas.
Teremos presença das mais importantes autoridades do Método DeROSE em todo o mundo, e inscritos do Brasil, Argentina, Portugal, Espanha e Chile, somando quase 600 participantes em um fim de semana de muita convivência, prática, alegria e a melhor companhia: a egrégora do Método DeRose.
Aguardamos a chegada do Educador DeRose para o dia 27 de maio E prepare-se para vivenciar o mais poderoso sat chakra de encerramento de todos os tempos. As paredes do Hotel Praiatur irão tremer.
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Sexta-feira, 14 de Maio, 2010
Os zoólogos, observando primatas em cativeiros, notaram a intensa troca de favores entre chimpanzés e com a intenção explícita de aumentar o leque de vantagens competitivas dos negociantes.
Não é diferente na sociedade dos primatas bípedes pelados, dos homo sapiens. Aproximamos-nos ou nos afastamos das pessoas na medida em que a relação que construímos com cada uma delas nos traga alguma vantagem ou não.
E não estamos apenas falando de interesse financeiro. Este é apenas uns dos muitos interesses que consideramos importantes. Mas existem muitos outros, tais como bom humor, capacidade de ouvir as pessoas, generosidade, solidariedade, lealdade, cultura, boa rede de relacionamentos etc.
Todo o tempo, nosso cérebro ancestral, uma parte muito primitiva da nossa massa encefálica e que não mudou nos últimos 10 mil anos, permanentemente esquadrinha o meio ambiente a procura de vantagens que garantam a sobrevivência individual, de sua prole ou grupo.
Este processo de busca de prerrogativas competitivas funciona para muito além da consciência, é uma ferramenta evolutiva característica dos mamíferos e faz parte do kit de preservação das espécies. Portanto, está presente na sociedade dos leões, das hienas, dos gorilas e dos humanos também.
Mas o indivíduo que busca vantagens, como em qualquer negociação, deve oferecer sempre algo em troca. Pessoas que nada tem a acenar, apresentando um comportamento vampirizador, rapidamente são identificadas e excluídas.
Alguns sinais externos deste perfil comportamental são a auto-piedade, mau humor, introversão, ciúmes, hostilidade gratuita, usura e incapacidade de se colocar no lugar do outro.
Nossa Rede é um exemplo vivo de reciprocidade, o nome que damos aos bons acordos e trocas entre mamíferos.
Cada um de nós deve tornar-se um epicentro de muitos valores de intercâmbio, compartilhados e disseminados, que se conduzidos com a ética que nos é habitual, tornará Nossa Cultura cada vez mais forte, generosa, rica em valores, influência e poder gregário.
Etiquetas:egrégora, generosidade, homo sapiens, intercâmbio cultural, lealdade, Método DeRose, Nossa Cultura, poder gregário, reciprocidade, solidariedade, valor, zoologia Na categoria Filosofia | 3 Comentários »
Sexta-feira, 7 de Maio, 2010
Lucila Silva, é Instrutora Docente, Diretora Executiva e coordenadora pedagógica estadual da Federação de Yôga de Santa Catarina e Vice-diretora da Unidade Kobrasol.
Tem mais de 16 anos de Método Derose e além de uma discípula fiel ao Sistematizador e amiga leal deste blogueiro, é autora de um livro, que todos aqueles que, na Nossa Cultura, têm o hábito de escrever, recorrem a ele diariamente: o Léxico de Yôga Antigo.
Com 900 verbetes e mais de 2000 significados, a obra é minha parceira permanente de computador e extremamente útil para quem escreve livros e artigos sobre a Nossa Proposta.
Obrigado, Lú, pela sua dedicação a nossa causa. Tenho muito orgulho de ser seu amigo.
Etiquetas:alimentação, ashtánga sádhana, condicionamentos, Dakshinacharatántrika, DeRose, egrégora, evolução, Índia, Jojó, Joris Marengo, Mestre DeRose, Niríshwarasámkhya, sádhana, samádhi, SwáSthya, Tantra, Uni-Yôga, Yôga Antigo Na categoria Filosofia, Trabalho, Yôga | 1 Comentário »
Sábado, 1 de Maio, 2010

DeRose é a encarnação de um trishúla. Como seu discípulo há mais de trinta anos pude sentir na pele, enumeras vezes, a sua capacidade de motivar as pessoas a se superarem.
Tem entre tantas habilidades incomuns, uma capacitação surreal para identificar o erro. Quando se tem o privilégio de estar perto dele, observamos que, por onde passa, sinaliza a falha e sugere a melhoria, em um movimento contínuo pelo melhoramento, superação.
Sua abençoada insistência pelo qualidade máxima, resultou em um pull de produtos oferecidos pela Nossa Cultura que impressionam os que não estão acostumados: os nossos livros, por exemplo, além de uma diagramação e textos impecáveis, diferenciam-se pelo essência fixadora Carezza colocado na tinta de impressão, deixando-os suavemente perfumado. A nossa medalha com o ÔM, as capas dos nossos CDs, as embalagens do incenso Kali-Danda e do próprio Carezza são alguns outros modelos de cuidado com a qualidade extrema.
Como instrumento evolutivo é muito forte, desafiador e transformador para aqueles que, como educandos, se submeter a lâmina afiado do Educador e Mestre.
Conviver com DeRose nestes anos todos, me demonstrou o por quê que tantos praticantes de Yôga, todos ocidentais, escolhem Mestres de Yôga já falecidos. É que não suportariam a provação de receber as inevitáveis admoestações de um Mestre vivo. E são estes sádhakas, tradicionalmente, os que falam sobre a tal “dissipação do ego”. Ego este que não têm a maturidade para metabolizar as repreensões e vislumbrar o amor por detrás destas.
Afinal de contas, só muito afeto e senso de missão faria uma pessoa agüentar reeducar pacientemente, e às vezes, sem paciência, tantos discípulos por mais de 50 anos!
E como aprendizes, temos que estar agradecidos por cada indicativo de aprimoramento. Este é o mais poderoso instrumento evolutivo de um discípulo. É o maior de todos as modalidades de prática. E precisamos estar alertas, pois como nunca paramos de nos aperfeiçoar e aprender, devemos nos preocupar quando, por algum motivo, o Mestre cessa de nos repreender. Provavelmente, desistiu de nós. Este é um momento terrível.
Para aqueles que não conhecem o Educador DeRose, é importante frisar que sempre primou pelo cuidado e cortesia na relação Mestre e discípulo. Este casamento, em verdade, é soberanamente lembrado, por todos nós, seus supervisionados, muito mais pelos momentos de cumplicidade, companheirismos e boas risadas, do que pelas correções de hábitos e valores.
Além, disso, cada vez que temos a regalia de desfrutar de seus cursos, que hoje ministra por toda a América Latina e Europa, aprendemos tanto, recebemos tanto conhecimento que, inevitavelmente, reafirma-se no coração de cada acólito, a bênção de desfrutarmos da presença viva de um autêntico Mestre de Yôga.
Para quem não sabe, trishúla alude a uma arma de guerra na forma de tridente, utilizada na Índia há milênios. Também refere a Shiva, o criador do Yôga, no seu aspecto destruidor de avidya, a ignorância da totalidade da nossa natureza.
DeRose é a encarnação de um trishúla. Como seu discípulo há mais de trinta anos pude sentir na pele, inúmeras vezes, a sua capacidade de motivar as pessoas a se superarem.
Tem entre tantas habilidades incomuns, uma capacitação surreal para identificar o erro. Quando se tem o privilégio de estar perto dele, observamos que, por onde passa, sinaliza a falha e sugere a melhoria, em um movimento contínuo pelo melhoramento, superação.
Sua abençoada insistência pela qualidade máxima, resultou em um pull de produtos oferecidos pela Nossa Cultura que impressionam os que não estão acostumados: os nossos livros, por exemplo, além de uma diagramação e textos impecáveis, diferenciam-se pelo essência fixadora Kámala colocado na tinta de impressão, deixando-os suavemente perfumados. A nossa medalha com o ÔM, as capas dos nossos CDs, as embalagens do incenso Kali-Danda e do próprio Kámala são alguns outros modelos de cuidado com a qualidade extrema.
Como instrumento evolutivo é muito forte, desafiador e transformador para aqueles que, como educandos, se submeter a lâmina afiada do Educador e Mestre.
Conviver com DeRose nestes anos todos, me demonstrou o porquê que tantos praticantes de Yôga, todos ocidentais, escolherem Mestres de Yôga já falecidos. É que não suportariam a provação de receber as inevitáveis admoestações de um Mestre vivo. E são estes sádhakas, tradicionalmente, os que falam sobre a tal “dissipação do ego”. Ego este que não têm a maturidade para metabolizar as repreensões e vislumbrar o amor por detrás destas.
Afinal de contas, só muito afeto e senso de missão faria uma pessoa aguentar reeducar pacientemente, e às vezes, sem paciência, tantos discípulos por mais de 50 anos!
E como aprendizes, temos que estar agradecidos por cada indicativo de aprimoramento. Este é o mais poderoso instrumento evolutivo de um discípulo. É o maior de todas as modalidades de prática. E precisamos estar alertas, pois como nunca paramos de nos aperfeiçoar e aprender, devemos nos preocupar quando, por algum motivo, o Mestre cessa de nos repreender. Provavelmente, desistiu de nós. Este é um momento terrível.
Para aqueles que não conhecem o Educador DeRose, é importante frisar que sempre primou pelo cuidado e cortesia na relação Mestre e discípulo. Este casamento, em verdade, é soberanamente lembrado, por todos nós, seus supervisionados, muito mais pelos momentos de cumplicidade, companherismo e boas risadas, do que pelas correções de hábitos e valores.
Além, disso, cada vez que temos a regalia de desfrutar de seus cursos, que hoje ministra por toda a América Latina e Europa, aprendemos tanto, recebemos tanto conhecimento que, inevitavelmente, reafirma-se no coração de cada acólito, a bênção de desfrutarmos da presença viva de um autêntico Mestre.
Etiquetas:ashtánga sádhana, condicionamentos, Dakshinacharatántrika, DeRose, egrégora, escolhas, evolução, felicidade, Índia, Jojó, Joris Marengo, lealdade, Mestre, Mestre DeRose, Método DeRose, viagens, Yôga, Yôga Antigo Na categoria Amor, Esporte, Filosofia, Música, Trabalho, Vida, Yôga, amigos | 11 Comentários »
Sábado, 1 de Maio, 2010
Yôga é domínio sobre a natureza.
Quando olhamos o sádhana, a prática diária, sobre este ângulo, algumas interessantes associações podem ser feitas.
Uma é de que dissolvemos para sempre, em nós, o rótulo utilitário, de benefícios, imposto pela mídia e a opinião pública.
Por exemplo, ao executar um ásana, procedimento orgânico, notadamente tão coligado à atividade física, flexibilidade etc, o sádhaka, praticante, faculta-se aplicar uma intenção à mentalização enquanto permane na posição, que a projeta para muito além do emprego do azul para sedar ou o laranja para tonificar, modelo ampla e unanimemente usado nas orientações do Instrutor em classe.
Antes de continuarmos, porém, cabe relembrar a ancestral frase utilizada por DeRose, nas primeiras edições do Prontuário de Yôga Antigo: “Yôga é 80% mental e 20% físico”. Ou seja, o ásana escapa efetiva e definitivamente da condição de exercício físico, quando utilizamos os modelos mentais, protótipos de saúde, longevidade, prosperidade, evolução etc. Antes disso, ousaríamos dizer que ainda não é ásana.
Continuando o raciocínio, note o leitor que o foco está na vontade e não especialmente nas construções de imagens, embora estas também possam mudar drasticamente, quando o sádhaka se debruça sobre a frase do início do texto.
Incorporado o conceito de que Yôga é domínio sobre a natureza, o praticante, ao assumir o ásana ou qualquer outra técnica do Nosso Método tais como pránáyáma, kriyá, pújá etc, estará sujeito a adotar uma atitude mental aonde a atenção está voltada em reconstruir o corpo, reeducar a emocionalidade e disciplinar os pensamentos, remodelando-se na direção de um arquétipo de perfeição evolutiva, incorporando qualidades, talentos e habilidades que o levem a uma espiral ascendente e continuada de sobrepujança sobre a sua genética, instintos, hábitos e crenças. Ou seja, uma intenção definitivamente afastada dos alvos utilitários.
As reflexões acima expostas, nos parecem uma visão pura de poder, de domínio e que afastam os sádhaka, de sua humanidade tão imperfeita. “O Yôga é um processo de desumanização, de desnaturação do ser humano” já alertava DeRose em seus cursos na década dos oitenta do século passado.
Esta atitude, de auto-superarão dos instintos, pode remodelar também a qualidade, a profundidade e potência das mentalizações, do chayttanya do discípulo. Na maioria dos casos, como desdobramento, a expectativa e a qualidade da vida do educando são dilatadas, a rede e a propriedade das relações interpessoais amplia-se, desembocando naturalmente em consolidação econômica, reconhecimento social e profissional.
Estes são apenas os sinais externos, recorrentes nos praticantes das modalidades de Yôga autênticos, entre os quais incluímos o Nosso Método. Refletem um câmbio, mudança nos registros humanos coletivos, mundanos, normais, atrelados biologicamente apenas a garantir sobre-vivência individual e perpetuação da espécie, e nos quais está submersa a maioria esmagadora da Humanidade. São substituídos por outros, edificados pela ética, civilidade, cidadania, cultura, hábitos alimentares e comportamentais mais sutis, forte reforço gregário, ou seja, os elementos que ensejam a Nossa Proposta Cultural.

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Segunda-feira, 29 de Março, 2010
Visito Buenos Aires desde 1998. Todos os anos tenho o prazer de ministrar cursos nesta cidade linda e que me encanta cada vez mais.
Tanto, que foi uma das pouquíssimas cidades que já fui a passeio e não a trabalho. Adoro a comida com suas medialunas frescas, os mais de quarenta tipos de queijos, os restaurantes italianos centenários, o pão e o sorvete fantástico. Gosto muito da melancolia do tango, agora revigorado, e dos seus ícones trágicos como Perón e Maradona. Amo Quino e sua Mafalda.
Mas o que mais gosto é da egrégora do Nosso Método, com seus mais de mil praticantes super identificados e os queridíssimos Diretores de Unidades, Yael Bracesat, Diego Ouje, Sol Montenegro, Luciano López, Lucia Gagliardini e Silvina Tenebaun. Mas principalmente pelo amigo e parceiro de tantas aventuras, risadas e muito, muito trabalho, o Mestre Edgardo Caramella.
A história do Yôga na Argentina se divide em antes e depois de Ed ter escolhido abrir mão da segura vida de funcionario público das aduanas argentinas para seguir seu Mestre e o Método DeRose. Foram muitos anos de chumbo, de esforço absoluto para expandir nossa Proposta Cultural. Vinte anos depois, além do título de Mestre, quatro livros publicados, e a admiração de milhares de praticantes em muitos paises, Edgardo consolidou uma liderança natural na Nossa Cultura, sendo o presidente do excelto Colegiado dos Presidentes de Federação.
Edgardo é um amigo tardio, ou seja, nos conhecemos quando já nos aflorava o branco aos nossos poucos cabelos. Como é muito gentil, culto e engraçado, a convivência com ele é sempre muito prazerosa e de agradável cumplicidade, e passamos horas conversando, mateando e rindo sem cansar-nos.
Eis alguns bons motivos que fazem de Buenos Aires, assim como Porto Alegre, algumas das minhas cidades preferidas.
Etiquetas:Buenos Aires, carinho, Edgardo Caramella, egrégora, felicidade, lealdade, Mestre DeRose, Método DeRose, Uni-Yôga, Yôga, Yôga Antigo Na categoria Esporte, Trabalho, Viagem, amigos | 2 Comentários »
Segunda-feira, 10 de Agosto, 2009

O maior de todos os sádhanas
é a convivência gregária.
Etiquetas:alegria sincera, egrégora, evolução, felicidade, hiperconsciência, lealdade inquebrantável, Método DeRose, sádhana, Yôga Na categoria Vida, Yôga | 2 Comentários »
Segunda-feira, 3 de Agosto, 2009
Em maio de 1976 conheci o SwáSthya e me encantei imediatamente. Lembro-me que a imersão foi total e em poucos meses já sentia os resultados. De segunda a domingo, acordava às cinco da madrugada para realizar meu sádhana matinal que durava até as sete. De segunda a sexta, depois de praticar na Unidade, me dirigia ao trabalho, pois era servidor público federal e aproveitava para estudar os livros indicados na bibliografia da época. Quando saía do emprego, me deslocava até a Unidade para praticar ainda mais com a Profa. Dalva Arruda, minha iniciadora.
Naquele período, todos fazíamos uma grande mistureba de egrégoras, além de ler de tudo, fosse sério ou pura alucinação. Estávamos nos anos setentas, que eram fortemente influenciados pela contracultura, o movimento hippie etc. Lembro-me de ter morado em duas comunidades hipongas, onde plantávamos, tomávamos banhos gelados todos os dias, todos praticavam Yôga, o amor era livre e, infelizmente, as drogas também. Ingenuamente, acreditava-se que drogas como o LSD poderiam conduzir o indivíduo à iluminação. Muitos amigos meus experimentaram estas substâncias e jamais voltaram, tornando-se pessoas isoladas, algumas suicidaram-se e outras ficaram esquizofrênicas.
As imagens dos yogis ascetas, com sua proposta de desprendimento do corpo e dos bens materiais, vivendo em total foco na iluminação, serviam, equivocadamente, de arquétipo para milhares de Instrutores e praticantes de todas as modalidades, em todo o mundo, naquela década. Entre esses, estava eu.
(continua amanhã)
Etiquetas:asceta, contracultura, Dalva Arruda, drogas, egrégora, iluminação, profissão, saddhu, SwáSthya, yôgi Na categoria Filosofia, Vida, Yôga | 1 Comentário »
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