
O maior de todos os sádhanas
é a convivência gregária.
Entradas com Etiqueta ‘hiperconsciência’Frases do JojóSegunda-feira, 10 de Agosto, 2009
O maior de todos os sádhanas é a convivência gregária. UMA QUESTÃO DE JUSTIÇASexta-feira, 23 de Janeiro, 2009
De todas as definições de Yôga, esta sempre me pareceu a mais coerente. E representa muito bem a integridade de quem a escreveu. Ao lê-la, temos a sensação de abrangência, de que qualquer sistema, independentemente dos seus seguidores, possa ser reconhecido como Yôga, desde que seja técnico e reproduza a experiência da hiperconsciência. E tem, também, o sentido de nos acenar com uma proposta não doutrinária. Se ela é estritamente prática, independe de fé ou de crença. O Yôga não é um prêmio por bom comportamento, mas é, unicamente, uma questão de foro íntimo. É como aprender a andar de bicicleta. Nós não necessitamos de fé para aprender a andar de bicicleta, nem precisamos questioná-la sobre sua moral, seu comportamento ou quantos são seus créditos no céu. É só subir nela…e cair. E levantar-se e tentar, tentar, até sair andando. Ou seja, todos temos direito a andar de bicicleta. Como ao Yôga! Mas a frase também tem a coragem de separar os charlatões, os falsos iluminados e os mestres de vigarice, daqueles que, efetivamente, realizaram em si o Yôga, porque coloca em cheque as definições utilitárias, comerciais, superficiais, enganadoras ou intangíveis, oferecidas pelos impostores. A frase em questão também tem a característica de não vender benefícios. Atrairá um perfil de praticante que não é manipulável, que prima, principalmente, pela inteligência, pela imparcialidade e pelo amor à verdade. E que representa uma fatia muito pequena da população, portanto, não é comercial. Só posso me orgulhar de conhecer uma pessoa tão corajosa, que vem defendendo a visão autêntica do Yôga ancestral, durante tanto tempo, apesar das injustas perseguições que lhe têm sido impostas durante 40 anos: o Mestre DeRose. Independentemente de ser uma pessoa íntegra, séria e honesta, esta frase já valeria ao meu velho amigo um lugar no hall dos grandes Mestres de Yôga de todos os tempos, apesar das suas imperfeições e fragilidades humanas. Tomara que aqueles que dizem amar o Yôga, os yamas e os niyamas, mas o detratam covardemente pelas costas, não acordem tarde demais para reconhecer o valor desse grande homem, depois que as irresponsáveis e caluniosas palavras os tiverem, finalmente, feito soçobrarem. O revólver e o armeiroSexta-feira, 2 de Janeiro, 2009
Exercitar as técnicas do Yôga Antigo é semelhante ao manejo de um revólver. Estatisticamente o ambiente onde mais se usa armas é aquele com incidência zero de acidentes: as forças armadas. O motivo é que todo o processo de manipulação da artilharia é feito sobre a orientação de especialistas: um armeiro, que por sua longa vivência, conhece todos os caminhos possíveis no uso correto e seguro de uma arma. O mesmo vale para o arsenal de técnicas psicofísicas do Método DeRose. É necessária a presença de um instrutor formado e credenciado acompanhando todo o caminho evolutivo do praticante. E mais: é fundamental a existência de um Mestre vivo, que tenha experimentado as instâncias ulteriores do sistema, ou seja, o samádhi , para nortear aqueles que aspiram ao mesmo. A diferença entre um instrutor e um Mestre é que enquanto o primeiro utiliza o verbo “vamos” quando ensina, o segundo aplica a expressão ” venha”, caracterizando que, ao contrário do outro, este já atingiu a meta. |
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