<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>BláBLOGBlá - O blog do Jojó &#187; hiperconsciência</title>
	<atom:link href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/tag/hiperconsciencia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://yogafloripa.com/blogdojojo</link>
	<description>Um espaço para compartilhar com amigos, alunos e curiosos sobre filosofia, vida, trabalho, amor, esporte e Yôga.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 23 Jul 2010 19:31:54 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.6</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>As escolhas e o canteiro budista</title>
		<link>http://yogafloripa.com/blogdojojo/2010/07/as-escolhas-e-o-canteiro-budista/</link>
		<comments>http://yogafloripa.com/blogdojojo/2010/07/as-escolhas-e-o-canteiro-budista/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 11:43:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[amigos]]></category>
		<category><![CDATA[condicionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[escolhas]]></category>
		<category><![CDATA[evolução]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[hiperconsciência]]></category>
		<category><![CDATA[Jojó]]></category>
		<category><![CDATA[Joris Marengo]]></category>
		<category><![CDATA[realização]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://yogafloripa.com/blogdojojo/?p=422</guid>
		<description><![CDATA[ Conta a lenda, que em um mosteiro budista existia um canteiro de areia. Localizado no átrio  central, a superfície do canteiro era mantida impecavelmente lisa por um grupo de acólitos.  Portando rastilhos de bambu, com cerdas finas como fios de cabelo, estes se sentavam em torno  do grande tanque de pedra, atentos a qualquer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="alignleft size-full wp-image-423" title="pegadas" src="http://yogafloripa.com/blogdojojo/wp-content/uploads/2010/07/pegadas.jpg" alt="pegadas" width="295" height="256" /> Conta a lenda, que em um mosteiro budista existia um canteiro de areia. Localizado no átrio  central, a superfície do canteiro era mantida impecavelmente lisa por um grupo de acólitos.  Portando rastilhos de bambu, com cerdas finas como fios de cabelo, estes se sentavam em torno  do grande tanque de pedra, atentos a qualquer alteração no nivelamento arenoso.</p>
<p style="text-align: left;">Seu trabalho era constante, pois além das alterações climáticas, o canteiro sofria diariamente  mudanças com um dos exercícios de meditação característico daquele mosteiro e diariamente exercitado pelos discípulos: cruzar lenta e concentradamente, descalços, o quadrado de areia.</p>
<p>Pelo menos uma vez por dia, cada monge fazia este trajeto. Caminhava contrito até a entrada do  canteiro com os olhos focados neste, respirava profundamente e depois pé ante pé, com o maior  cuidado, realizava a travessia. Chegando ao término de sua jornada, invariavelmente olhava  para trás, para as pegadas que marcavam a sua trajetória e com um suspiro de leve  desapontamento, voltava as costas para o grande tabuleiro e afastava-se para o interior do  mosteiro.</p>
<p>Todos repetiam a prática, ano após ano e década após década.</p>
<p>O objetivo da meditação era avaliar o quanto de poder detinha cada praticante sobre seus atos, palavras e pensamentos, de maneira a que não produzissem um único desdobramento kármico sequer. Este domínio sobre o karma era naturalmente transferido para o caminhar do acólito, permitindo-lhe atravessar o canteiro de areia sem deixar pegadas.</p>
<p>Assim são as nossas escolhas. Cada palavra proferida, pensamento emitido ou ação executada tem um poder imenso na construção do nosso futuro. Podemos mesmo dizer que nosso destino é construído e modificado diariamente, influenciado pela qualidade das nossas escolhas.</p>
<p align="center"><strong>A necessidade de se criar divindades.</strong></p>
<p>Quando comparamos a evolução do macaco humano com as de outros mamíferos, ficamos boquiabertos com a sua capacidade adaptativa, seja nas mudanças anatômicas quanto comportamentais que fez para atingir o topo da cadeia alimentar.</p>
<p>O homem-macaco desceu da segurança das árvores para a vida ameaçadora das planícies, estendeu a coluna, ampliou o cérebro, desenvolveu ferramentas, tornou-se caçador e construiu a cultura.</p>
<p>Segundo os zoólogos, para conseguir uma vantagem evolutiva, o <em>Homo sapiens</em> retardou a maturação cerebral, obrigando-se a permanecer para sempre com algumas características juvenis e mesmo infantis. Algumas delas foram a procura pelo risco, necessidades de explorar, criar e inventar coisas novas, aspectos bem pronunciados nas crianças quando brincam. Ao crescer, o mamífero humano, para alimentar sua sede de explorar e experimentar, criou aquilo que conhecemos como civilização.</p>
<p>Entre as suas invenções mais curiosas estão as divindades. Qual o motivo que o levou a construir uma realidade sobrenatural? E porque esta visão mítica se mantém, ainda nos dias de hoje, permeando a tecnologia, os negócios, as regras e leis, os valores morais, mesmo com o advindo da ciência? Poderemos um dia transcender esta visão, para uma realidade sem crenças?</p>
<p>Uma observação importante é conhecer a definição do verbete <em>crer</em> no dicionário<em>:</em> <em>tomar por verdadeiro, ter por certo, ter confiança em (alguém ou algo); acreditar; formar idéia sem base real; imaginar, pensar, presumir.</em> A palavra quase se antagoniza com outro verbo que é o <em>saber,</em> indicando que aquele que crê, em verdade não conhece, mas gostaria que o objeto de sua crença se transformasse em realidade.</p>
<p>O surgimento das crenças nos deuses surgiu, provavelmente, da necessidade que nossa espécie sentiu, desde sempre, de tentar entender o mundo fenomenal que o rodeava. No início, a tudo que nos cercava, que não compreendíamos, atribuíamos uma conotação mágica, fruto de uma imaginação sem limites, produto de nossa evolução cerebral, pois a ciência só surgiria milhares de anos depois para explicar os fenômenos naturais. A gestação, a morte, o nascimento, as mudanças climáticas, os acontecimentos cotidianos foram agregando um valor mítico, que comandava a vida dos antigos.</p>
<p>Porém, a continuidade das crenças em divindades, através de milhares de anos de história civilizatória, teria uma explicação mais utilitária: a garantia da estabilidade dos grupos sociais. A concepção de entidades imortais, atreladas à atributos de potência inimaginável, e que, portanto, com poderes sobre a vida de simples mortais, levaria o ser humano a uma única condição possível: a de resignar-se com o seu destino, sem questionar, aceitando aquilo que estas divindades escolhessem, e com isso diminuindo os riscos de revolta social.</p>
<p>Este sentimento de pequenez diante de forças invisíveis e indestrutíveis, gerou no homem um fatalismo, um determinismo existencial, um sentimento de destino inevitável, que perdura, inconscientemente até hoje, moldando magicamente, decisões diárias tomadas por bilhões de pessoas.</p>
<p>- O que está por trás desta visão distorcida do destino, que nos leva a entregramos nossas vidas nas mãos de potencias invisíveis, intangíveis e incertas?</p>
<p align="center"><strong>Medo da responsabilidade.</strong></p>
<p>A desconforto da responsabilidade de ter de escolher. Gostamos de culpar Deus, o diabo e a sorte, mas somos os únicos responsáveis pelas <em>escolhas</em> que fazemos.<br />
Por isso, tanta gente, prefere ser liderado a liderar. Todos os líderes, desde a pré-história, sempre tiveram que conviver com o ônus de ser responsáveis pelas conseqüências das decisões que tomaram. Mas, no âmbito do indivíduo, cada um é líder de si mesmo.</p>
<p>Deste modo, precisa tomar resoluções cruciais diárias, que envolvem o seu futuro. O medo da responsabilidade está diretamente atrelado aos baixos patamares de consciência que se possui, da dificuldade de associar as centenas de variantes que tomam parte de qualquer eleição. Quanto maior a lucidez e experiência , mais ajustadas e acertadas serão as <em>escolhas</em>.</p>
<p align="center"><strong>Medo da perda.</strong></p>
<p>Escolher sempre significará abrir mão de algumas coisas por outras, e tememos selecionar errado, perdendo algum outro objeto, momento ou situação que seria o melhor para nós. Cada vez que elegemos alguma coisa que presumimos ser a melhor escolha, abrimos mão de uma série de outras tantas. Uma parte de nós, eternamente infantil, detesta perder e este sentimento pressiona nossa tomada de decisão. Uma das sensações que mais desagrada ao <em>Homo cultus</em> é o arrependimento, pois implicará no reconhecimento de sua incapacidade momentânea para <em>ver</em> com clareza uma determinada situação.</p>
<p align="center"><strong>As conseqüências de nossas escolhas</strong></p>
<p>Todas as vezes que escolhemos, trazemos à luz um grupo de possibilidades que de outro modo não existiria. O exemplo clássico é o genético: quem seria você, se seus pais não tivessem permitido a gravidez que deu nascimento a você? Ou se a sua mãe tivesse casado com um outro homem que não fosse seu pai? Nossa visão sobre como as <em>escolhas</em> combinam-se com a realidade é pequena, produzindo uma desconfortável ansiedade.</p>
<p align="center"><strong>Visão distorcida de quem somos nós</strong></p>
<p>A autopercepção, ou seja, a concepção que o indivíduo tem de si, é fruto de profundos e inconscientes valores, implantados através da educação. Educação é ajustar, <em>condicionar</em> a espécie, ativa e passivamente, às regras, normas e costumes de uma determinada época e lugar. Ela consecutivamente sacrifica todas nossas tendências, predisposições e talentos inatos em prol da integração do indivíduo ao meio social.</p>
<p>O lugar e época em que cada um de nós nasceu moldaram a maneira como entendemos o mundo e esta apreensão da realidade orientará continuamente as nossas <em>escolhas</em>, que constroem o nosso destino.</p>
<p>Esta impressão particular do mundo forma aparentemente o componente mais profundo daquilo que se chama<em> o que somos, </em>mas é apenas parte do que <em>temos. </em>Inconsciente, esta configuração não é fruto das nossas próprias <em>escolhas</em>, mas representa apenas aquilo que desejavam para nós as pessoas que estiveram presentes na nossa formação. Esta foi construída segundo os valores e entendimento particular e distorcido da realidade dos formadores.</p>
<p>A educação é sempre um processo de repressão da instintividade, como ferramenta de adaptação. No instinto, habitam energias muito poderosas e quase indomáveis. Por isso, no esforço de controlá-las, a educação acaba por produzir indivíduos ajustados, mas também temerosos, auto-restritivos, domesticados, onde, em nome da estabilidade do grupo, são sacrificados o impulso criativo, inovador e a curiosidade inata do homem-macaco.</p>
<p align="center"><strong>Uma luz no fim do túnel das escolhas </strong></p>
<p>Como vimos, quanto mais condicionado for o indivíduo, maior a sua submissão aos desmandos dos vásanás coletivos e pessoais, que modelam as suas escolhas e que constroem o destino daquela pessoa.</p>
<p>Daí a importância de se exercitar a lucidez, como propõe DeRose. A expansão da perceptibilidade capacita o indivíduo a identificar as possíveis e múltiplas conseqüências de suas ações, assim como um Mestre enxadrista consegue antever, muitos lances a frente, as inúmeras combinações das peças dispostas no tabuleiro, construindo defesas e infringindo ataques decisivos ao adversário.</p>
<p>Poderíamos comparar um praticante disciplinado do Método DeRose a um exímio enxadrista existencial, já que a reeducação comportamental proposta pela Nossa Cultura, através do exercício continuado de conceitos e técnicas, em última instância, ampliam a lucidez, o autoconhecimento.</p>
<p>Este indivíduo, através de técnicas como o <em>samyama </em>(meditação)<em> </em>e o yôganidrá (treinamento do sono consciente), por exemplo, exercita continuamente a atualização dos <em>vásanas </em>(condicionamentos) e samskára (as crenças e paradigmas), alavancando uma visão cada vez menos distorcida da realidade,  proporcionando-nos fazer escolhas mais inteligentes, integrativas, sociabilizadas e refinadas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://yogafloripa.com/blogdojojo/2010/07/as-escolhas-e-o-canteiro-budista/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Frases do Jojó</title>
		<link>http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/08/frases-do-jojo-2/</link>
		<comments>http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/08/frases-do-jojo-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 14:35:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[alegria sincera]]></category>
		<category><![CDATA[egrégora]]></category>
		<category><![CDATA[evolução]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[hiperconsciência]]></category>
		<category><![CDATA[lealdade inquebrantável]]></category>
		<category><![CDATA[Método DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[sádhana]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://yogafloripa.com/blogdojojo/?p=274</guid>
		<description><![CDATA[
O maior de todos os sádhanas
é a convivência gregária.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-277" title="maha-abraco-foto" src="http://yogafloripa.com/blogdojojo/wp-content/uploads/2009/08/maha-abraco-foto-300x250.jpg" alt="maha-abraco-foto" width="300" height="250" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>O maior de todos os sádhanas</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>é a convivência gregária.</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/08/frases-do-jojo-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA</title>
		<link>http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/01/uma-questao-de-justica/</link>
		<comments>http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/01/uma-questao-de-justica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 13:59:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
				<category><![CDATA[Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[definição de Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[hiperconsciência]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[samádhi]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://yogafloripa.com/blogdojojo/?p=75</guid>
		<description><![CDATA[“Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi”.
De todas as definições de Yôga, esta sempre me pareceu a mais coerente. E representa muito bem a integridade de quem a escreveu.
Ao lê-la, temos a sensação de abrangência, de que qualquer sistema, independentemente dos seus seguidores, possa ser reconhecido como Yôga, desde que seja técnico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-76" title="foto-mestre-e-jaya" src="http://yogafloripa.com/blogdojojo/wp-content/uploads/2009/03/foto-mestre-e-jaya.jpg" alt="foto-mestre-e-jaya" width="117" height="200" /><em>“Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi”.</em></p>
<p>De todas as definições de Yôga, esta sempre me pareceu a mais coerente. E representa muito bem a integridade de quem a escreveu.</p>
<p>Ao lê-la, temos a sensação de abrangência, de que qualquer sistema, independentemente dos seus seguidores, possa ser reconhecido como Yôga, desde que seja técnico e reproduza a experiência da hiperconsciência.</p>
<p>E tem, também, o sentido de nos acenar com uma proposta não doutrinária. Se ela é estritamente prática, independe de fé ou de crença. O Yôga não é um prêmio por bom comportamento, mas é, unicamente, uma questão de foro íntimo.</p>
<p>É como aprender a andar de bicicleta. Nós não necessitamos de fé para aprender a andar de bicicleta, nem precisamos questioná-la sobre sua moral, seu comportamento ou quantos são seus créditos no céu. É só subir nela&#8230;e cair. E levantar-se e tentar, tentar, até sair andando. Ou seja, todos temos direito a andar de bicicleta. Como ao Yôga!</p>
<p>Mas a frase também tem a coragem de separar os charlatões, os falsos iluminados e os mestres de vigarice, daqueles que, efetivamente, realizaram em si o Yôga, porque coloca em cheque as definições utilitárias, comerciais, superficiais, enganadoras ou intangíveis, oferecidas pelos impostores.</p>
<p>A frase em questão também tem a característica de não vender benefícios. Atrairá um perfil de praticante que não é manipulável, que prima, principalmente, pela inteligência, pela imparcialidade e pelo amor à verdade. E que representa uma fatia muito pequena da população, portanto, não é comercial.</p>
<p>Só posso me orgulhar de conhecer uma pessoa tão corajosa, que vem  defendendo a visão autêntica do Yôga ancestral, durante tanto tempo, apesar das injustas perseguições que lhe têm sido impostas durante 40 anos: o Mestre DeRose.</p>
<p>Independentemente de ser uma pessoa íntegra, séria e honesta, esta frase já valeria ao meu velho amigo um lugar no hall dos grandes Mestres de Yôga de todos os tempos, apesar das suas imperfeições e fragilidades humanas.</p>
<p>Tomara que aqueles que dizem amar o Yôga, os yamas e os niyamas, mas o detratam covardemente pelas costas, não acordem tarde demais para reconhecer o valor desse grande homem, depois que as irresponsáveis e caluniosas palavras os tiverem, finalmente, feito soçobrarem.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/01/uma-questao-de-justica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O revólver e o armeiro</title>
		<link>http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/01/o-revolver-e-o-armeiro/</link>
		<comments>http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/01/o-revolver-e-o-armeiro/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 13:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[hiperconsciência]]></category>
		<category><![CDATA[kundaliní]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[sádhana]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://yogafloripa.com/blogdojojo/?p=30</guid>
		<description><![CDATA[A prática das técnicas de Yôga autêntico não é destituída de riscos. Não estamos aludindo às técnicas água-com-açúcar que são oferecidas na maioria das obras leigas encontradas nas livrarias. Estas jamais poderão ativar a kundaliní no praticante e muito mais conduzí-lo à hiperconsciência.
Exercitar as técnicas do Yôga Antigo é semelhante ao manejo de um revólver. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-31" title="arma" src="http://yogafloripa.com/blogdojojo/wp-content/uploads/2009/03/arma.jpg" alt="arma" width="200" height="145" />A prática das técnicas de Yôga autêntico não é destituída de riscos. Não estamos aludindo às técnicas água-com-açúcar que são oferecidas na maioria das obras leigas encontradas nas livrarias. Estas jamais poderão ativar a kundaliní no praticante e muito mais conduzí-lo à hiperconsciência.</p>
<p>Exercitar as técnicas do Yôga Antigo é semelhante ao manejo de um revólver. Estatisticamente o ambiente onde mais se usa armas é aquele com incidência zero de acidentes: as forças armadas. O motivo é que todo o processo de manipulação da artilharia é feito sobre a orientação de especialistas: um armeiro, que por sua longa vivência, conhece todos os caminhos possíveis no uso correto e seguro de uma arma. O mesmo vale para o arsenal de técnicas psicofísicas do Método DeRose. É necessária a presença de um instrutor formado e credenciado acompanhando todo o caminho evolutivo do praticante. E mais: é fundamental a existência de um Mestre vivo, que tenha experimentado as instâncias ulteriores do sistema, ou seja, o samádhi , para nortear aqueles que aspiram ao mesmo.</p>
<p>A diferença entre um instrutor e um Mestre é que enquanto o primeiro utiliza o verbo &#8220;vamos&#8221; quando ensina, o segundo aplica a expressão &#8221; venha&#8221;, caracterizando que, ao contrário do outro, este já atingiu a meta.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/01/o-revolver-e-o-armeiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
