A prática das técnicas de Yôga autêntico não é destituída de riscos. Não estamos aludindo às técnicas água-com-açúcar que são oferecidas na maioria das obras leigas encontradas nas livrarias. Estas jamais poderão ativar a kundaliní no praticante e muito mais conduzí-lo à hiperconsciência.
Exercitar as técnicas do Yôga Antigo é semelhante ao manejo de um revólver. Estatisticamente o ambiente onde mais se usa armas é aquele com incidência zero de acidentes: as forças armadas. O motivo é que todo o processo de manipulação da artilharia é feito sobre a orientação de especialistas: um armeiro, que por sua longa vivência, conhece todos os caminhos possíveis no uso correto e seguro de uma arma. O mesmo vale para o arsenal de técnicas psicofísicas do Método DeRose. É necessária a presença de um instrutor formado e credenciado acompanhando todo o caminho evolutivo do praticante. E mais: é fundamental a existência de um Mestre vivo, que tenha experimentado as instâncias ulteriores do sistema, ou seja, o samádhi , para nortear aqueles que aspiram ao mesmo.
A diferença entre um instrutor e um Mestre é que enquanto o primeiro utiliza o verbo “vamos” quando ensina, o segundo aplica a expressão ” venha”, caracterizando que, ao contrário do outro, este já atingiu a meta.




