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	<title>BláBLOGBlá - O blog do Jojó &#187; kundaliní</title>
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	<description>Um espaço para compartilhar com amigos, alunos e curiosos sobre filosofia, vida, trabalho, amor, esporte e Yôga.</description>
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		<title>O revólver e o armeiro</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 13:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[hiperconsciência]]></category>
		<category><![CDATA[kundaliní]]></category>
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		<description><![CDATA[A prática das técnicas de Yôga autêntico não é destituída de riscos. Não estamos aludindo às técnicas água-com-açúcar que são oferecidas na maioria das obras leigas encontradas nas livrarias. Estas jamais poderão ativar a kundaliní no praticante e muito mais conduzí-lo à hiperconsciência. Exercitar as técnicas do Yôga Antigo é semelhante ao manejo de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-31" title="arma" src="http://yogafloripa.com/blogdojojo/wp-content/uploads/2009/03/arma.jpg" alt="arma" width="200" height="145" />A prática das técnicas de Yôga autêntico não é destituída de riscos. Não estamos aludindo às técnicas água-com-açúcar que são oferecidas na maioria das obras leigas encontradas nas livrarias. Estas jamais poderão ativar a kundaliní no praticante e muito mais conduzí-lo à hiperconsciência.</p>
<p>Exercitar as técnicas do Yôga Antigo é semelhante ao manejo de um revólver. Estatisticamente o ambiente onde mais se usa armas é aquele com incidência zero de acidentes: as forças armadas. O motivo é que todo o processo de manipulação da artilharia é feito sobre a orientação de especialistas: um armeiro, que por sua longa vivência, conhece todos os caminhos possíveis no uso correto e seguro de uma arma. O mesmo vale para o arsenal de técnicas psicofísicas do Método DeRose. É necessária a presença de um instrutor formado e credenciado acompanhando todo o caminho evolutivo do praticante. E mais: é fundamental a existência de um Mestre vivo, que tenha experimentado as instâncias ulteriores do sistema, ou seja, o samádhi , para nortear aqueles que aspiram ao mesmo.</p>
<p>A diferença entre um instrutor e um Mestre é que enquanto o primeiro utiliza o verbo &#8220;vamos&#8221; quando ensina, o segundo aplica a expressão &#8221; venha&#8221;, caracterizando que, ao contrário do outro, este já atingiu a meta.</p>
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