<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>BláBLOGBlá - O blog do Jojó &#187; saddhu</title>
	<atom:link href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/tag/saddhu/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://yogafloripa.com/blogdojojo</link>
	<description>Um espaço para compartilhar com amigos, alunos e curiosos sobre filosofia, vida, trabalho, amor, esporte e Yôga.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 03 Aug 2010 19:14:11 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>O saddhu de Machu Picchu &#8211; 2ª parte: a compra dos dólares</title>
		<link>http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/08/o-sadhu-de-machu-piccho-2a-parte-a-compra-dos-dolares/</link>
		<comments>http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/08/o-sadhu-de-machu-piccho-2a-parte-a-compra-dos-dolares/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 21:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
		<category><![CDATA[contos pitorescos]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Jojó]]></category>
		<category><![CDATA[Joris Marengo]]></category>
		<category><![CDATA[Machu Picchu]]></category>
		<category><![CDATA[Peru]]></category>
		<category><![CDATA[saddhu]]></category>
		<category><![CDATA[Telminho Arruda]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[Yôga Antigo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://yogafloripa.com/blogdojojo/?p=264</guid>
		<description><![CDATA[Assim influenciados, meu amigo Telminho Arruda, já falecido e o Jojózinho, resolveram virar saddhus em Machu Picchu, no Perú, já que ir para a Índia, em 1976 era impossível para nós, devido a diferença do dólar. Porém, havia um empecilho: o maldito compulsório, uma verdadeira fortuna a ser paga para qualquer brasileiro que desejasse sair [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Assim influenciados, meu amigo Telminho Arruda, já falecido e o Jojózinho, resolveram virar saddhus em Machu Picchu, no Perú, já que ir para a Índia, em 1976 era impossível para nós, devido a diferença do dólar.</p>
<p class="MsoNormal">Porém, havia um empecilho: o maldito compulsório, uma verdadeira fortuna a ser paga para qualquer brasileiro que desejasse sair do país. Era condição <em>sine qua nom</em> para possuir-se um passaporte. Portanto, estava fora de nossos planos. Assim. Decidimos ir a Machu Picchu ilegalmente! (impressionante o que fazemos quando somos jovens).</p>
<p class="MsoNormal">Então, em dezembro de 1976, partimos para São Paulo, na busca de dólares paralelos, considerados ilegais na época e do trem que nos levasse à Bolívia. Tínhamos um contato em um banco paulista para a compra dos dólares e chegando a terra da garoa, nos dirigimos a <span> </span>agencia bancária onde o fornecedor de dólares trabalhava. Imagine então a cena: em um país ainda muito conservador, dois jovens barbudos, com jeitão riponga entraram em um banco para realizar um ato ilegal para a época. Nossa aparência e nossa expressão temerosa chamavam muita atenção. O banco parou para nos olhar. Aproximamo-nos do balcão e, sussurrando, solicitamos a um funcionário a presença do nosso contato. O bancário nos olhou desconfiado e um tanto relutante chamou o nosso fornecedor que se aproximou também receoso.</p>
<p class="MsoNormal">- Queríamos comprar 2000 dólares – solicitamos baixinho, cheios de culpa e constrangimento, sentindo-nos os maiores facínoras do mundo.</p>
<p class="MsoNormal">- Dólares? – perguntou o nosso amigo, desmanchando a cara amarrada e sorrindo. – Espere um instante.</p>
<p class="MsoNormal">Então se virou para o interior do banco e berrou:</p>
<p class="MsoNormal">- Fulano, libera dois mil dólares aí!</p>
<p class="MsoNormal">Telminho e eu sentimos os olhos de toooooodos os clientes presentes no interior da agencia com os olhos cravados em nós. Ficamos vermelhos de vergonha, sentindo-nos verdadeiros criminosos. Querendo sair daquele local o mais rápido possível, ainda tivemos que aguardar um bom tempo pelos dólares. Com o dinheiro no bolso, sem olhar para os lados, literalmente voamos do banco e tomamos a rua.</p>
<p class="MsoNormal">Próximo capítulo: Um trem para o inferno</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/08/o-sadhu-de-machu-piccho-2a-parte-a-compra-dos-dolares/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O saddhu de Machu Picchu (parte 1)</title>
		<link>http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/08/o-sadhu-de-machu-picchu/</link>
		<comments>http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/08/o-sadhu-de-machu-picchu/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 21:03:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[asceta]]></category>
		<category><![CDATA[contracultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dalva Arruda]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>
		<category><![CDATA[egrégora]]></category>
		<category><![CDATA[iluminação]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>
		<category><![CDATA[saddhu]]></category>
		<category><![CDATA[SwáSthya]]></category>
		<category><![CDATA[yôgi]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://yogafloripa.com/blogdojojo/?p=254</guid>
		<description><![CDATA[Em maio de 1976 conheci o SwáSthya e me encantei imediatamente. Lembro-me que a imersão foi total e em poucos meses já sentia os resultados. De segunda a domingo, acordava às cinco da madrugada para realizar meu sádhana matinal que durava até as sete. De segunda a sexta, depois de praticar na Unidade, me dirigia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Em maio de 1976 conheci o SwáSthya e me encantei imediatamente. Lembro-me que a imersão foi total e em poucos meses já sentia os resultados. De segunda a domingo, acordava às cinco da madrugada para realizar meu sádhana matinal que durava até as sete. De segunda a sexta, depois de praticar na Unidade, me dirigia ao trabalho, pois era servidor público federal e aproveitava para estudar os livros indicados na bibliografia da época. Quando saía do emprego, me deslocava até a Unidade para praticar ainda mais com a Profa. Dalva Arruda, minha iniciadora.</p>
<p class="MsoNormal">Naquele período, todos fazíamos uma grande mistureba de egrégoras, além de ler de tudo, fosse sério ou pura alucinação. Estávamos nos anos setentas, que eram fortemente influenciados pela contracultura, o movimento hippie etc. Lembro-me de ter morado em duas comunidades hipongas, onde plantávamos, tomávamos banhos gelados todos os dias, <span> </span>todos praticavam Yôga, o amor era livre e, infelizmente, as drogas também. Ingenuamente, acreditava-se que drogas como o LSD poderiam conduzir o indivíduo à iluminação. Muitos amigos meus experimentaram estas substâncias e jamais voltaram, tornando-se pessoas isoladas, algumas suicidaram-se e outras ficaram esquizofrênicas.</p>
<p class="MsoNormal">As imagens dos yogis ascetas, com sua proposta de desprendimento do corpo e dos bens materiais, vivendo em total foco na iluminação, serviam, equivocadamente, de arquétipo para milhares de Instrutores e praticantes de todas as modalidades, em todo o mundo, naquela década. Entre esses, estava eu.</p>
<p class="MsoNormal">(continua amanhã)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/08/o-sadhu-de-machu-picchu/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
