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	<title>BláBLOGBlá - O blog do Jojó &#187; SwáSthya Yôga</title>
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	<description>Um espaço para compartilhar com amigos, alunos e curiosos sobre filosofia, vida, trabalho, amor, esporte e Yôga.</description>
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		<title>O Ego e o SwáSthya Yôga</title>
		<link>http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/04/o-ego-e-o-swasthya-yoga/</link>
		<comments>http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/04/o-ego-e-o-swasthya-yoga/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 16:27:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
				<category><![CDATA[Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[dissolução do ego]]></category>
		<category><![CDATA[ego]]></category>
		<category><![CDATA[samádhi]]></category>
		<category><![CDATA[SwáSthya Yôga]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito se fala sobre uma tal dissolução do ego para atingir-se o samádhi. Muitas escolas mencionam isto e contrapõe-se ao ponto de vista da nossa linhagem. Existe um texto muito esclarecedor escrito pelo  Mestre sobre isso e repasso para que leia com  atenção. As modalidades de Yôga que se tornaram mais conhecidas nos últimos séculos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-138" title="andaluz1" src="http://yogafloripa.com/blogdojojo/wp-content/uploads/2009/04/andaluz1-150x150.jpg" alt="andaluz1" width="150" height="150" />Muito se fala sobre uma tal <em>dissolução do ego</em> para atingir-se o samádhi. Muitas escolas mencionam isto e contrapõe-se ao ponto de vista da nossa linhagem.</p>
<p class="MsoNormal">Existe um texto muito esclarecedor escrito pelo  Mestre sobre isso e repasso para que leia com  atenção.</p>
<p class="MsoNormal">As modalidades de Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga que se tornaram mais conhecidas nos últimos séculos eram do tronco medieval (Vêd<span style="text-decoration: underline;">á</span>nta-Brahmách<span style="text-decoration: underline;">á</span>rya). Uma característica dessa linhagem é o esforço para aniquilar o ego. Isso confunde muito os praticantes (e até instrutores) do tronco Pré-Clássico (S<span style="text-decoration: underline;">á</span>mkhya-T<span style="text-decoration: underline;">a</span>ntra), pois esse conceito está bastante difundido na Índia de hoje e na literatura que proveio de lá. Como estudiosos que são, nossos adeptos travam contato, de alguma maneira, com a bibliografia que prega a aniquilação do ego e mesclam-na inadvertidamente com a proposta do Sw<span style="text-decoration: underline;">á</span>Sthya Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga. Então, vamos esclarecer o estudante sobre como a nossa linhagem interpreta isso.</p>
<p class="MsoNormal">Quando alguém nos desagrada, a atitude mais primária é querer livrar-nos da pessoa, ao invés de administrar o relacionamento e torná-lo produtivo. Quando um animal é indomável, a solução primitiva é castrá-lo. Assim fazem os Vêd<span style="text-decoration: underline;">á</span>nta-Brahmách<span style="text-decoration: underline;">á</span>ryas com o ego.</p>
<p class="MsoNormal">Nossa estirpe, 4.000 anos mais antiga, tem outra opinião. Nós entendemos que o ego é uma ferramenta importante do ente humano. Não queremos acabar com o ego, ao contrário, nosso método de trabalho atua no sentido de reforçar o ego para poder utilizar sua colossal força de realização.</p>
<p class="MsoNormal">Sem ego não há criatividade, combatividade, arte ou beleza. E mais: a maioria dos que declaram que o ego é isto, que o ego é aquilo, são hipócritas porque manifestam muito mais ego que os outros; frustrados por não conseguir eliminá-lo; ou mal<strong> </strong>intencionados por utilizar esse argumento para manipular seus seguidores.</p>
<p class="MsoNormal">Anular o ego seria como castrar um animal de montaria e depois utilizá-lo, caminhando cabisbaixo, sem libido. Trabalhar o ego equivale a domar e montar um cavalo andaluz <em>inteiro</em>, fogoso, orgulhoso, com sua cabeça erguida e suas passadas viris. Você é o P<span style="text-decoration: underline;">ú</span>rusha, sua montaria é o ego. Você prefere montar um pangaré derrotado ou um elegante garanhão?</p>
<p class="MsoNormal">Castrar o ego seria fácil demais. Domá-lo, isso sim é uma empreitada que requer coragem e muita disciplina. Eliminar o ego corresponde à covardia e fuga perante o perigo. Adestrá-lo denota coragem e disposição para a luta.</p>
<p class="MsoNormal">O Sw<span style="text-decoration: underline;">á</span>Sthya Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga, nome moderno do Dakshinach<span style="text-decoration: underline;">a</span>rat<span style="text-decoration: underline;">á</span>ntrika-Nir<span style="text-decoration: underline;">í</span>shwaras<span style="text-decoration: underline;">á</span>mkhya Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga, quer que você não seja castrado. O Sw<span style="text-decoration: underline;">á</span>Sthya reforça sua libido e o seu ego. Em seguida, canaliza essa força resultante para fins construtivos. Ter ego não é o problema. Tê-lo deseducado, selvagem, incivilizado, criador de casos e de conflitos com as outras pessoas, esse é o grande inconveniente. Basta não nos esquecermos de que devemos mandar nele e não o contrário.</p>
<p class="MsoNormal">Portanto, no lugar de envidar esforços para destruir, vamos investir em algo construtivo. Nada de destruir o ego. Vamos cultivá-lo, com disciplina e a noção realista de que precisamos dele para a nossa realização pessoal, profissional e evolutiva.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">Já está na hora de sabermos converter energias negativas em positivas, como no quadro abaixo:</p>
<table class="MsoNormalTable" style="text-align: center;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><strong><span>Positivo</span></strong><strong><span><br />
(utilize:)</span></strong></td>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><strong><span>Negativo</span></strong><strong><span><br />
(no lugar de:)</span></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span>amor</span></p>
</td>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><em><span>paixão</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span>zelo</span></p>
</td>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><em><span>ciúme</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span>erotismo</span></p>
</td>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><em><span>luxúria</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span>raiva</span></p>
</td>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><em><span>ódio</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span>orgulho</span></p>
</td>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><em><span>vaidade</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span>ambição</span></p>
</td>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><em><span>cobiça</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span>admiração<em></em></span></p>
</td>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><em><span>inveja</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span>precaução</span></p>
</td>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><em><span>medo</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span>agressividade</span></p>
</td>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><em><span>violência</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span>sinceridade</span></p>
</td>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><em><span>franqueza (crudeza)</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span>prosperidade</span></p>
</td>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><em><span>opulência</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span>diplomacia</span></p>
</td>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><em><span>hipocrisia</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span>liberdade</span></p>
</td>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><em><span>anarquia</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span>disciplina</span></p>
</td>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><em><span>repressão</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span>sugestão</span></p>
</td>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><em><span>crítica</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span>colaboração</span></p>
</td>
<td width="170" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><em><span>reclamação</span></em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;">Sim, a coluna da esquerda apresenta alguns sentimentos que nossa cultura judaico-cristã considera depreciativamente. Contudo, a <em>raiva</em> constrói. A <em>agressividade</em> educada conduz à vitória. Dessa forma, eliminando o ego, o erotismo, a raiva, o orgulho, a ambição, a agressividade, todos os tratores do sucesso são igualmente eliminados.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"> </p>
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