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	<title>BláBLOGBlá - O blog do Jojó &#187; Tantra</title>
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	<description>Um espaço para compartilhar com amigos, alunos e curiosos sobre filosofia, vida, trabalho, amor, esporte e Yôga.</description>
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		<title>Obrigado, Lucila.</title>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 15:45:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lucila Silva, é Instrutora Docente, Diretora Executiva e coordenadora pedagógica estadual da Federação  de Yôga de Santa Catarina e Vice-diretora da Unidade Kobrasol. Tem mais de 16 anos de Método Derose e além de uma discípula fiel ao Sistematizador e amiga leal deste  blogueiro, é autora de um livro, que todos aqueles que, na Nossa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-389" title="images" src="http://yogafloripa.com/blogdojojo/wp-content/uploads/2010/05/images.jpg" alt="images" width="92" height="130" /> Lucila Silva, é Instrutora Docente, Diretora Executiva e coordenadora pedagógica estadual da Federação  de Yôga de Santa Catarina e Vice-diretora da Unidade Kobrasol.</p>
<p>Tem mais de 16 anos de Método Derose e além de uma discípula fiel ao Sistematizador e amiga leal deste  blogueiro, é autora de um livro, que todos aqueles que, na Nossa Cultura, têm o hábito de escrever,  recorrem a ele diariamente: o <strong><em>Léxico de Yôga Antigo.</em></strong></p>
<p>Com 900 verbetes e mais de 2000 significados, a obra é minha parceira permanente de computador e extremamente útil para quem escreve livros e artigos sobre a Nossa Proposta.</p>
<p>Obrigado, Lú, pela sua dedicação a nossa causa. Tenho muito orgulho de ser seu amigo.</p>
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		<title>Tantra &amp; Condicionamentos &#8211; uma reflexão</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 18:17:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
				<category><![CDATA[Yôga]]></category>
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		<description><![CDATA[O assunto condicionamentos é recorrente em nossas palestras e cursos, já que o tema parece fundamental para entendermos o Yôga como uma ferramenta de libertação. - Mas que libertação é essa? – Exatamente deles, dos condicionamentos. Pondero que a compreensão da: 1.      Importância e função dos condicionamentos na evolução das espécies, e 2.      Como eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-152" title="yogi-pequeno1" src="http://yogafloripa.com/blogdojojo/wp-content/uploads/2009/04/yogi-pequeno1-150x150.jpg" alt="yogi-pequeno1" width="150" height="150" /></p>
<p class="MsoNormal">O assunto <em>condicionamentos</em> é recorrente em nossas palestras e cursos, já que o tema parece fundamental para entendermos o Yôga como uma ferramenta de libertação.</p>
<p class="MsoNormal"><span>- Mas que libertação é essa? – Exatamente deles, dos condicionamentos. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Pondero que a compreensão da: </span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span>1.<span>      </span></span></span><span>Importância e função dos condicionamentos na evolução das espécies, e</span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span>2.<span>      </span></span></span><span>Como eles modelam nossa visão da realidade, influenciando nossas escolhas que constroem o nosso karma, são essenciais para elaborarmos a maneira como lidaremos com o Yôga, tanto como prática e enquanto filosofia.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>O <em>samadhi</em>, hiperconsciência ou iluminação é o fenômeno neurológico que possibilita contemplarmos a realidade sem o uso distorcido de lentes interpretativas, tais como as emoções, mente e intuição, mas como ela efetivamente se apresenta.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Todos os outros veículos acima são uma mera interpretação dos eventos e das formas animadas ou inanimadas a nossa volta, porque estão sob o domínio, a influência dos condicionamentos (vásanás), que manipulam nossos sentidos, criando, literalmente, uma visão pessoal, irreal do mundo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Esta é, na nossa humilde opinião, uma forma de aprisionamento e o Yôga visa exatamente nos ajudar a deslocar-nos do condicionado para o incondicionado, a libertação final (môksha).</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Acredito que para a maioria dos estudiosos e praticantes desta filosofia fóssil, este assunto é bastante familiar e não pretendemos aprofundá-lo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Em realidade, queremos nos deter é no <em>como</em> executar, realizar este procedimento de libertação, e aí as modalidades de Yôga não são unânimes.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>A maioria delas, por sofrer forte influência Vêdánta-Brahmáchárya, opta como método, pelo aniquilamento do ego através de técnicas ascéticas, restritivas dos sentidos, caracterizada pela negação do corpo e das sensações, consideradas como irreais, descartáveis, na busca da realidade última, denominada <em>Átman.</em></span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Por ser repressivo, e, portanto, contrapondo-se a natureza das coisas, o sistema Vêdánta-Brahmáchárya coloca em risco com muita freqüência a sanidade dos praticantes, incorrendo em muitíssimos casos de suicídios e esquizofrenias, por exemplo, alem de deformações anatômicas permanentes.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Já a proposta Sámkhya-Tantra tem outra abordagem que pode ser muito bem exemplificada por um ditado tântrico que diz:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>“Se ao chão cais (numa alusão a vida material, física, execrada pelos praticantes de Yôga brahmácháryas, por considerarem-na uma fonte de dispersão ou <em>vrittis</em>), é com o auxílio do chão que levantarás”. Ou seja, propõem uma <em>práxis </em>que não nega, entre tantas coisas, os condicionamentos, mas propõem substituí-los por outros, mais inteligentes, em uma espiral ascendente, que conduz o yôgin a incorporar escolhas mais sábias. Ocorre então, uma profunda, positiva, contínua e irreversível transformação karmica, até que os condicionamentos substituídos sejam tão sutis, refinados e transcendentes que produzem um espelhamento com o incondicionado (Púrusha) e o <em>sádhaka</em> alcança a libertação. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Esta proposta de substituição dos condicionamentos, em verdade, ouvi do Mestre DeRose há um par de anos, em um dos seus tantos cursos e registrei por considerá-la muito inteligente sobre vários aspectos, mas aquele que mais me atraiu foi o fato de levar em conta a condição humana, sem negá-la ou reprimi-la, mas exaltar as oportunidades de aprimoramento e evolução nela embutidas.</span></p>
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		<title>Uma história na Índia &#8211; 1998</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 13:52:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
				<category><![CDATA[Yôga]]></category>
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		<description><![CDATA[  Era a minha segunda viagem a Índia. Era janeiro de 1998, um período em que a temperatura é mais amena e a época ideal para se conhecer o país.   Viajavamos em um grupo de quase trinta brasileiros, entre professores e alunos de Yôga. Uma das etapas da viagem foi estudar por uma semana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<div id="attachment_72" class="wp-caption alignleft" style="width: 164px"><img class="size-full wp-image-72" title="niranjan" src="http://yogafloripa.com/blogdojojo/wp-content/uploads/2009/03/niranjan.jpg" alt="Swámi Niranjan" width="154" height="200" /><p class="wp-caption-text">Swámi Niranjan</p></div>
<p>Era a minha segunda viagem a Índia. Era janeiro de 1998, um período em que a temperatura é mais amena e a época ideal para se conhecer o país.</p>
<p> </p>
<p>Viajavamos em um grupo de quase trinta brasileiros, entre professores e alunos de Yôga.</p>
<p>Uma das etapas da viagem foi estudar por uma semana no Bihar School of Yôga, uma organização fundada por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Swami_Satyananda_Saraswati" target="_blank">Swámi Satyananda Saraswati</a> em 1964, localizada em Munger, cidade do estado de Bihar e especializada na formação de professores.</p>
<p>Todos os dias, entre as atividades, estava incluído um sat sanga com Swámi Niranjan, que fora indicado por Swami Satyananda para substituí-lo na direção do ashram. Reuniam-se mais de 200 pessoas, entre swamis, acólitos, discípulos e estudiosos ocidentais para ouvir as preleções, todos sentados sobre um grande gramado entre as suntuosas edificações, que contrastavam com a realidade muito pobre fora da instituição.</p>
<p>No terceiro dia em que participávamos das conferências, Niranjan tomou conhecimento da existência do nosso pequeno grupo de brasileiros através de seus assessores. Ele sempre sentava-se em um púlpito, numa cadeira alta, cercado de swamis idosos, e dois enormes cães vaimaraner, relaxadamente descansando aos seus pés.</p>
<p>Curioso, quis saber quem era o representante do grupo e este apontou para mim. Olhando fixamente, o Maestro me perguntou qual era o estilo de Yôga que praticávamos.</p>
<p>- Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga– respondi.</p>
<p>Um murmúrio percorreu o grupo de decanos swamis que cercavam o Mestre.</p>
<p>- Quem é o seu Mestre? – voltou a perguntar o Educador.</p>
<p>- Sri DeRose – retorqui.</p>
<p>Ele ficou alguns momentos em silêncio e tornou a questionar:</p>
<p>- Como é a prática deste Yôga?</p>
<p>- Mudrá, pújá, mantra, pránáyáma, kriyá, ásana, yôganidrá e samyama.</p>
<p>Duzentas pessoas cravavam seu par de olhos sobre nós dois, acompanhando com a cabeça a intercalação do diálogo.</p>
<p>Não satisfeita a sua curiosidade, Niranjan volveu a indagar:</p>
<p>- Como é o samyama?</p>
<p>- Yantra dhyána, mantra dhyána e tantra dhyána &#8211; lhe respondi, com voz sempre firme.</p>
<p>Irrompeu um clamor entre veneráveis sacerdotes, estrangeiros e residentes. Niranjan levantou uma das mãos pedindo silêncio, fitou-me por alguns longos instantes. Eu suava frio, pois achei que havia cometido alguma bobagem e que iria repreender-me. Finalmente me respondeu:</p>
<p>- Muito antigo o seu Yôga. Muito ancestral.</p>
<p>- Pátañjali Yôga, Swámiji? – dirigiu-se à ele um dos assessores, demonstrando surpresa.</p>
<p>- Não, não. Muito mais antigo – respondeu Niranjan, erguendo novamente a mão para informar que a conversa tinha se encerrado e continuou sua preleção.</p>
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