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	<title>BláBLOGBlá - O blog do Jojó &#187; tempo</title>
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	<description>Um espaço para compartilhar com amigos, alunos e curiosos sobre filosofia, vida, trabalho, amor, esporte e Yôga.</description>
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		<title>Saudades&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 23:29:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das maiores dádivas da existência é o tempo, que nos faz mais sábios à medida que passa através de nós. É gostoso imaginar-me imóvel e os eventos atravessam-me. E na medida em que transpassam meu corpo, vão gastando-o devagar, mas inexoravelmente, e por isso envelheço. O tempo só existe para quem morre. Para todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Uma das maiores dádivas da existência é o tempo, que nos faz mais sábios à medida que passa através de nós. É gostoso imaginar-me imóvel e os eventos atravessam-me. E na medida em que transpassam meu corpo, vão gastando-o devagar, mas inexoravelmente, e por isso envelheço.</p>
<p class="MsoNormal">O tempo só existe para quem morre. Para todos nós ele é finito. A consciência da inevitabilidade da morte é apavorante, mas também é um presente, alertando-nos para a importância da qualidade das nossas escolhas.</p>
<p class="MsoNormal">Afinal as escolhas constroem o nosso destino.</p>
<p class="MsoNormal">Tenho muitas lembranças, agora. Por isso tenho saudades. Assim, escolhi, já faz algum tempo, perdoar sempre. Não me permito mais preencher meu tempo, tão curto e precioso, com rancor. Só os Deuses podem guardar sentimentos assim, pois são eternos. Para nós, entes finitos, é mais inteligente escolher sentir amor e compaixão. Não de uma forma piegas ou santificada, mas humana, e talvez, canina. Rsrsrs</p>
<p class="MsoNormal">Olho para a Bíja e desfruto de cada momento que estou com ela.<span> </span>Provavelmente morrerá antes de mim. É tão curta a vida de uma cachorrinha&#8230; Aproveitarei todo o tempo que nos resta para amá-la.</p>
<p class="MsoNormal">Saudades tomam meu coração, hoje em dia, com mais freqüência do que eu gostaria. Não que a vida seja ruim. Em verdade, nunca esteve tão boa. É só que foram tantos os momentos lindos. Tanto amor. Tanto riso. Tantos amigos. E o bacana, é que sempre as lembranças trazem consigo uma trilha sonora, que fica na minha cabeça.</p>
<p class="MsoNormal">É louco saber que estou me despedindo da vida, bem devagar. Talvez dure mais quarenta anos, mas ainda assim, cada dia, é um dia a menos.</p>
<p class="MsoNormal">Um amigo me falou, uma vez, que viver é saltar de um precipício. Alguns se jogam, parecendo ansiosos de esborrachar-se no fundo do despenhadeiro. Outros resolvem fazer uma escalada descendente, fazendo muita força. E alguns, descem de pára-quedas, bem devagarzinho.</p>
<p><span>A gente é quem escolhe.</span></p>
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		<title>A Visita da Morte</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 09:27:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[Segue um texto que apresento seguidamente em minhas palestras. Fala sobre a Morte, do nosso medo de morrer e de como desperdiçamos a nossa vida. É um ótimo elixir para tomarmos diariamente e percebermos o valor de cada momento. Boa leitura. Quando temos 20 anos nos sentimos imortais. 40 anos parecem-nos uma eternidade. - Há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-18" title="cemiterio" src="http://yogafloripa.com/blogdojojo/wp-content/uploads/2009/03/cemiterio.jpg" alt="cemiterio" width="200" height="192" />Segue um texto que apresento seguidamente em minhas palestras. Fala sobre a Morte, do nosso medo de morrer e de como desperdiçamos a nossa vida. É um ótimo elixir para tomarmos diariamente e percebermos o valor de cada momento. Boa leitura.</p>
<p>Quando temos 20 anos nos sentimos imortais. 40 anos parecem-nos uma eternidade.</p>
<p>- Há tanto por viver até lá? pensamos.</p>
<p>Um dia, você acorda e tem os tais 40 anos. E se dá conta que, num dia  qualquer da sua vida, você morrerá. Sim. Você descobre que é mortal. A partir daí, quando homens e mulheres de cabelos brancos passam  por você, a pergunta é inevitável:</p>
<p>- Estarei como este ao chegar aos 70 anos? Chegarei aos 90 como aquele outro?</p>
<p>Então, todos os dias a Morte vem lhe espionar. Avaliá-lo. Saber se é hora de levá-lo. Você poderá escolher tomar consciência da sua presença ou não. A maioria de nós faz a segunda opção, ignorando-a. É compreensível: é assustador sentir a presença silenciosa da Morte. Melhor fazer de conta que ela não está aqui. A outra escolha é recebê-la como uma amiga que diariamente lhe traz um presente: um aviso.</p>
<p>- Acorde, ser vivente! Preste atenção em cada momento. Torne-o uma experiência intensa, porque é único. Não ouse desperdiçar seu tempo com tristeza, luto ou o Faustão.  Não permita que o entardecer dos seus domingos torne-se melancólico. Mas se for inevitável, transforme-o em autoconhecimento, auto-estudo e auto-aprendizado.</p>
<p>Você não tem tempo para lamuriar-se com o passado. Você não pode fazer nada com ele. Escolha ser potente e realizador agora. O agora é um ótimo tempo para mudar tudo na sua vida, para sempre. Mude todos os dias.?</p>
<p>E a Morte continua:</p>
<p>Reconheça-se como um ser vivo único. A partir de agora, tudo que você sente, pensa, diz e faz é importante. Converta suas ações em atos de poder. E lembre-se: você não tem mais<br />
tempo para transformar seus atos amanhã, porque o amanhã pode nunca chegar. Atribua-se o merecido valor, ente vivo, porque somente aqueles que crêem nada valerem desperdiçam o seu tempo.</p>
<p>Tempo este que, no fim da sua vida, será sempre meu.</p>
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