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	<title>BláBLOGBlá - O blog do Jojó &#187; Yôga</title>
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	<description>Um espaço para compartilhar com amigos, alunos e curiosos sobre filosofia, vida, trabalho, amor, esporte e Yôga.</description>
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		<title>Nossa definição de Qualidade de Vida</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 14:41:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Abaixo reproduzimos um pequeno texto extraído do pocket O que é o Método DeRose, escrito pelo Educador  DeRose, e que sintetiza 0 estilo de vida da Nossa Cultura. Em cada Unidade, no coração e mente de cada Instrutor e  aluno do Nosso Método, buscamos constantemente os padrões abaixo mencionados de qualidade de vida. E a cada dia,  aprimorando nossos hábitos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Abaixo reproduzimos um pequeno texto extraído do<img class="alignleft size-thumbnail wp-image-432" title="AX055467" src="http://yogafloripa.com/blogdojojo/wp-content/uploads/2010/07/qualidade-de-vida1-150x150.jpg" alt="AX055467" width="150" height="150" /> pocket <em><strong>O que é o Método DeRose, <span style="font-style: normal;"><span style="font-weight: normal;">escrito pelo Educador  DeRose, e que sintetiza 0 estilo de vida da Nossa Cultura. Em cada Unidade, no coração e mente de cada Instrutor e  aluno do Nosso Método, buscamos constantemente os padrões abaixo mencionados de qualidade de vida. E a cada dia,  aprimorando nossos hábitos, nos aproximamos cada vez mais deste ideal.</span></span></strong></em></p>
<p><em> Qualidade de vida é tornar sua existência descomplicada, é fazer o que lhe dá prazer, com alegria, saúde e bem-estar.</em></p>
<p><em> Qualidade de vida é suprir as necessidades fisiológicas e ergonômicas, é adotarmos hábitos que promovam e mantenham a funcionalidade do corpo, do emocional e do mental, é o aprimoramento e desenvolvimento das nossas habilidades, através do trinômio: boa alimentação, boa forma e boa cabeça.</em></p>
<p><em>Qualidade de vida é relacionar-se de maneira descontraída, ética e responsável com o meio ambiente e o meio sócio-cultural, procurando compartilhar e interagir, agregando sempre generosidade, elegância, respeito e carinho às nossas relações humanas (sociais, profissionais, familiares, afetivas e outras), mediante a adoção de um conjunto de valores que incluem boa cultura, boa civilidade e boa educação.</em></p>
<p><em>Qualidade de vida é adotar uma visão de mundo que nos motive a buscar o desenvolvimento e o aprimoramento contínuo, conquistando a nossa excelência através do estudo, dos ideais e do autoconhecimento.</em></p>
<p><em>Qualidade de vida é manter um padrão de gastos dois degraus abaixo do que você ganhar. É residir próximo ao trabalho. É alimentar-se com frugalidade. É conseguir extrair satisfação de todas as coisas. É esbanjar o seu tempo dando atenção aos amigos e aos conhecidos. É dar flores à pessoa amada. É não se deixar abalar pelos percalços da vida. É amar com franqueza e perdoar com sinceridade.</em></p>
<p>Estes são os nossos valores.</p>
<p></em></p>
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		<title>O DeROSE Festival de Floripa está bombando.</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 18:58:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Pelo décimo quarto ano consecutivo, o DeROSE Festival de Floripa, que  acontecerá agora nos dias 28, 29 e 30 de maio, está repleto de gente  linda e pró-ativa.
Faltando sessenta dias para o início do evento, as vagas do Hotel  Praiatur estavam todas ocupadas.
Segundo me contou o setor de reservas, em março, ligou um  interessado.
- [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-418" title="RGSul" src="http://yogafloripa.com/blogdojojo/wp-content/uploads/2010/05/RGSul.jpg" alt="RGSul" width="283" height="188" /> Pelo décimo quarto ano consecutivo, o DeROSE Festival de Floripa, que  acontecerá agora nos dias 28, 29 e 30 de maio, está repleto de gente  linda e pró-ativa.</p>
<p>Faltando sessenta dias para o início do evento, as vagas do Hotel  Praiatur estavam todas ocupadas.</p>
<p>Segundo me contou o setor de reservas, em março, ligou um  interessado.</p>
<p>- Bom dia, gostaria de fazer uma reserva para o DeROSE Festival de Floripa, por favor – solicitou a pessoa.</p>
<p>- Desculpe-me, senhor, mas todos os leitos estão ocupados.</p>
<p>- Como pode ser? Estou ligando com dois meses de antecedência?</p>
<p>- Pois é, meu senhor. Para o DeROSE Festival de Floripa, a antecedência é de quatro meses.</p>
<p>Agora, os inscritos de última hora, buscam um lugar nas pousadas próximas ao hotel, que estão também quase lotadas.</p>
<p>Teremos presença das mais importantes autoridades do Método DeROSE em todo o mundo, e inscritos do Brasil, Argentina, Portugal, Espanha e Chile, somando quase 600 participantes em um fim de semana de muita convivência, prática, alegria e a melhor companhia: a egrégora do Método DeRose.</p>
<p>Aguardamos a chegada do Educador DeRose para o dia 27 de maio E prepare-se para vivenciar o mais poderoso sat chakra de encerramento de todos os tempos. As paredes do Hotel Praiatur irão tremer.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um trishúla vivo</title>
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		<pubDate>Sat, 01 May 2010 20:08:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
DeRose é a encarnação de um trishúla. Como seu discípulo há mais de trinta anos pude sentir na pele, enumeras vezes, a sua capacidade de motivar as pessoas a se superarem.
Tem entre tantas habilidades incomuns, uma capacitação surreal para identificar o erro. Quando se tem o privilégio de estar perto dele, observamos que, por onde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-400" title="DeRose PXB 6" src="http://yogafloripa.com/blogdojojo/wp-content/uploads/2010/05/DeRose-PXB-62-150x150.jpg" alt="DeRose PXB 6" width="150" height="150" /></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">DeRose é a encarnação de um trishúla. Como seu discípulo há mais de trinta anos pude sentir na pele, enumeras vezes, a sua capacidade de motivar as pessoas a se superarem.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Tem entre tantas habilidades incomuns, uma capacitação surreal para identificar o erro. Quando se tem o privilégio de estar perto dele, observamos que, por onde passa, sinaliza a falha e sugere a melhoria, em um movimento contínuo pelo melhoramento, superação.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Sua abençoada insistência pelo qualidade máxima, resultou em um pull de produtos oferecidos pela Nossa Cultura que impressionam os que não estão acostumados: os nossos livros, por exemplo, além de uma diagramação e textos impecáveis, diferenciam-se pelo essência fixadora Carezza colocado na tinta de impressão, deixando-os suavemente perfumado. A nossa medalha com o ÔM, as capas dos nossos CDs, as embalagens do incenso Kali-Danda e do próprio Carezza são alguns outros modelos de cuidado com a qualidade extrema.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Como instrumento evolutivo é muito forte, desafiador e transformador para aqueles que, como educandos, se submeter a lâmina afiado do Educador e Mestre.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Conviver com DeRose nestes anos todos, me demonstrou o por quê que tantos praticantes de Yôga, todos ocidentais, escolhem Mestres de Yôga já falecidos. É que não suportariam a provação de receber as inevitáveis admoestações de um Mestre vivo. E são estes sádhakas, tradicionalmente, os que falam sobre a tal “dissipação do ego”. Ego este que não têm a maturidade para metabolizar as  repreensões e vislumbrar o amor por detrás destas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Afinal de contas, só muito afeto e senso de missão faria uma pessoa agüentar reeducar pacientemente, e às vezes, sem paciência, tantos discípulos por mais de 50 anos!</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">E como aprendizes, temos que estar agradecidos por cada indicativo de aprimoramento. Este é o mais poderoso instrumento evolutivo de um discípulo. É o maior de todos as modalidades de prática. E precisamos estar alertas, pois como nunca paramos de nos aperfeiçoar e aprender, devemos nos preocupar quando, por algum motivo, o Mestre cessa de nos repreender. Provavelmente, desistiu de nós. Este é um momento terrível.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Para aqueles que não conhecem o Educador DeRose, é importante frisar que sempre primou pelo cuidado e cortesia na relação Mestre e discípulo. Este casamento, em verdade, é soberanamente lembrado, por todos nós, seus supervisionados, muito mais pelos momentos de cumplicidade, companheirismos e boas risadas, do que pelas correções de hábitos e valores.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Além, disso, cada vez que temos a regalia de desfrutar de seus cursos, que hoje ministra por toda a América Latina e Europa, aprendemos tanto, recebemos tanto conhecimento que, inevitavelmente, reafirma-se no coração de cada acólito, a bênção de desfrutarmos da presença viva de um autêntico Mestre de Yôga.</div>
<p>Para quem não sabe, trishúla alude a uma arma de guerra na forma de tridente,  utilizada na  Índia há milênios. Também refere a Shiva, o criador do Yôga, no seu  aspecto destruidor de  avidya, a ignorância da totalidade da nossa natureza.</p>
<p>DeRose é a encarnação de um trishúla. Como seu discípulo há mais de trinta anos pude  sentir  na pele, inúmeras vezes, a sua capacidade de motivar as pessoas a se superarem.</p>
<p>Tem entre tantas habilidades incomuns, uma capacitação surreal para identificar o erro.  Quando se tem o privilégio de estar perto dele, observamos que, por onde passa, sinaliza a falha e sugere a melhoria, em um movimento contínuo pelo melhoramento, superação.</p>
<p>Sua abençoada insistência pela qualidade máxima, resultou em um pull de produtos oferecidos pela Nossa Cultura que impressionam os que não estão acostumados: os nossos livros, por exemplo, além de uma diagramação e textos impecáveis, diferenciam-se pelo essência fixadora Kámala colocado na tinta de impressão, deixando-os suavemente perfumados. A nossa medalha com o ÔM, as capas dos nossos CDs, as embalagens do incenso Kali-Danda e do próprio Kámala são alguns outros modelos de cuidado com a qualidade extrema.</p>
<p>Como instrumento evolutivo é muito forte, desafiador e transformador para aqueles que, como educandos, se submeter a lâmina afiada do Educador e Mestre.</p>
<p>Conviver com DeRose nestes anos todos, me demonstrou o porquê que tantos praticantes de Yôga, todos ocidentais, escolherem Mestres de Yôga já falecidos. É que não suportariam a provação de receber as inevitáveis admoestações de um Mestre vivo. E são estes sádhakas, tradicionalmente, os que falam sobre a tal “dissipação do ego”. Ego este que não têm a maturidade para metabolizar as  repreensões e vislumbrar o amor por detrás destas.</p>
<p>Afinal de contas, só muito afeto e senso de missão faria uma pessoa aguentar reeducar pacientemente, e às vezes, sem paciência, tantos discípulos por mais de 50 anos!</p>
<p>E como aprendizes, temos que estar agradecidos por cada indicativo de aprimoramento. Este é o mais poderoso instrumento evolutivo de um discípulo. É o maior de todas as modalidades de prática. E precisamos estar alertas, pois como nunca paramos de nos aperfeiçoar e aprender, devemos nos preocupar quando, por algum motivo, o Mestre cessa de nos repreender. Provavelmente, desistiu de nós. Este é um momento terrível.</p>
<p>Para aqueles que não conhecem o Educador DeRose, é importante frisar que sempre primou pelo cuidado e cortesia na relação Mestre e discípulo. Este casamento, em verdade, é soberanamente lembrado, por todos nós, seus supervisionados, muito mais pelos momentos de cumplicidade, companherismo e boas risadas, do que pelas correções de hábitos e valores.</p>
<p>Além, disso, cada vez que temos a regalia de desfrutar de seus cursos, que hoje ministra por toda a América Latina e Europa, aprendemos tanto, recebemos tanto conhecimento que, inevitavelmente, reafirma-se no coração de cada acólito, a bênção de desfrutarmos da presença viva de um autêntico Mestre.</p>
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		<title>Mi Buenos Aires querida</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 13:48:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Visito Buenos Aires desde 1998. Todos os anos tenho o prazer de  ministrar cursos  nesta cidade linda e que me encanta cada vez mais.
Tanto, que foi uma das pouquíssimas cidades que já fui a passeio e não  a trabalho.  Adoro a comida com suas medialunas frescas, os mais de    quarenta tipos de queijos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-358" title="Folder Argentina grupo" src="http://yogafloripa.com/blogdojojo/wp-content/uploads/2010/03/Folder-Argentina-grupo-300x170.jpg" alt="Folder Argentina grupo" width="300" height="170" /> Visito Buenos Aires desde 1998. Todos os anos tenho o prazer de  ministrar cursos  nesta cidade linda e que me encanta cada vez mais.</p>
<p>Tanto, que foi uma das pouquíssimas cidades que já fui a passeio e não  a trabalho.  Adoro a comida com suas medialunas frescas, os mais de    quarenta tipos de queijos, os restaurantes italianos centenários, o pão  e o sorvete fantástico. Gosto muito da melancolia do tango, agora  revigorado, e dos seus ícones trágicos como Perón e Maradona. Amo  Quino e sua Mafalda.</p>
<p>Mas o que mais gosto é da egrégora do Nosso Método, com seus mais de mil praticantes super identificados e os queridíssimos Diretores  de Unidades, Yael Bracesat, Diego Ouje, Sol Montenegro, Luciano López, Lucia Gagliardini e Silvina Tenebaun.  Mas principalmente pelo amigo e parceiro de tantas aventuras, risadas e muito, muito trabalho, o Mestre Edgardo Caramella.</p>
<p>A história do Yôga na Argentina se divide em antes e depois de Ed ter escolhido abrir mão da segura vida de funcionario público das aduanas argentinas para seguir seu Mestre e o Método DeRose. Foram muitos anos  de chumbo, de esforço absoluto para expandir nossa Proposta Cultural. Vinte anos depois, além do título de Mestre, quatro livros publicados, e a admiração de milhares de praticantes em muitos paises, Edgardo consolidou uma liderança natural na Nossa Cultura, sendo o presidente do excelto Colegiado dos Presidentes de Federação.</p>
<p>Edgardo é um amigo tardio, ou seja, nos conhecemos quando já nos aflorava o branco aos nossos poucos cabelos. Como é muito gentil, culto e engraçado, a convivência com ele é sempre muito prazerosa e de agradável cumplicidade,  e passamos horas conversando, mateando e rindo sem cansar-nos.</p>
<p>Eis alguns bons motivos que fazem de Buenos Aires, assim como Porto Alegre,  algumas das minhas cidades preferidas.</p>
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		<title>Lançamento do livro Yôga Antigo para iniciantes em Buenos Aires</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 19:04:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joris Marengo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro livro é como o primeiro filho. Causa-nos ansiedade, preocupação e muita expectativa. Fiquei muito feliz de que o primeiro lançamento ocorreu em Buenos Aires entre tantos amigos, como o Mestre Edgardo Caramella, a Professora Yael Barcesat e a Instrutora Sol Montenegro, entre tantos. O lançamento, na noite de 11 de março, na unidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro livro é como o primeiro filho. Causa-nos ansiedade, preocupação e muita expectativa. Fiquei muito feliz de que o primeiro lançamento ocorreu em Buenos Aires entre tantos amigos, como o Mestre Edgardo Caramella, a Professora Yael Barcesat e a Instrutora Sol Montenegro, entre tantos. O lançamento, na noite de 11 de março, na unidade Palermo, transcorreu de forma tranquila e carinhosa. Para um escritor de primeira viagem foi perfeito. Abaixo, curta alguma das fotos do lançamento.</p>
<div class="pie-gallery alignGalleryLeft">
<div class="pie-item" style="margin:10px 10px 10px 10px;">
<p class="pie-img-wrapper"><a rel="lightbox[2010-2-5-16-5-49]" href="http://lh3.ggpht.com/_ASIBy3ByxdU/S6PJ5PMLARI/AAAAAAAAADM/-lPtR73ZOTQ/Lanzamiento_Libro_J_ris_039.jpg?imgmax=720"><img class="pie-img" src="http://lh3.ggpht.com/_ASIBy3ByxdU/S6PJ5PMLARI/AAAAAAAAADM/-lPtR73ZOTQ/s64-c/Lanzamiento_Libro_J_ris_039.jpg" alt="Lanzamiento_Libro_J_ris_039.jpg" width="64" height="64" /></a></p>
</div>
<div class="pie-item" style="margin:10px 10px 10px 10px;">
<p class="pie-img-wrapper"><a rel="lightbox[2010-2-5-16-5-49]" href="http://lh4.ggpht.com/_ASIBy3ByxdU/S6PJ5Zq78cI/AAAAAAAAADQ/mIC2YpNdMn8/Lanzamiento_Libro_J_ris_059.jpg?imgmax=720"><img class="pie-img" src="http://lh4.ggpht.com/_ASIBy3ByxdU/S6PJ5Zq78cI/AAAAAAAAADQ/mIC2YpNdMn8/s64-c/Lanzamiento_Libro_J_ris_059.jpg" alt="Lanzamiento_Libro_J_ris_059.jpg" width="64" height="64" /></a></p>
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</div>
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</div>
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</div>
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<p class="pie-img-wrapper"><a rel="lightbox[2010-2-5-16-5-49]" href="http://lh6.ggpht.com/_ASIBy3ByxdU/S6PKv5sDuWI/AAAAAAAAAD4/WbA26dExPr8/Lanzamiento_Libro_J_ris_171.jpg?imgmax=720"><img class="pie-img" src="http://lh6.ggpht.com/_ASIBy3ByxdU/S6PKv5sDuWI/AAAAAAAAAD4/WbA26dExPr8/s64-c/Lanzamiento_Libro_J_ris_171.jpg" alt="Lanzamiento_Libro_J_ris_171.jpg" width="64" height="64" /></a></p>
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		<title>Uma dica de livro: SwáSthya Yôga em dupla</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 13:13:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[amigos]]></category>
		<category><![CDATA[Gustavo Marson]]></category>
		<category><![CDATA[livros didáticos]]></category>
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		<description><![CDATA[Acabo de receber um exemplar do livro SwáSthya Yôga em duplas, do meu amigo e Diretor da Unidade Joinville, o prof. Gustavo Marson.
Além do acabamento belíssimo, em papel couchet, a obra inclui 130 páginas impressas a 4&#215;4 cores , mais de 200 fotos de técnicas corporais executadas a dois com suas respectivas descrições. Os modelos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-317" title="Livro do Gus pequeno" src="http://yogafloripa.com/blogdojojo/wp-content/uploads/2009/12/Livro-do-Gus-pequeno-150x150.jpg" alt="Livro do Gus pequeno" width="150" height="150" />Acabo de receber um exemplar do livro <strong><em>SwáSthya Yôga em duplas,</em></strong> do meu amigo e Diretor da Unidade Joinville, o prof. Gustavo Marson.</p>
<p>Além do acabamento belíssimo, em papel couchet, a obra inclui 130 páginas impressas a 4&#215;4 cores , mais de 200 fotos de técnicas corporais executadas a dois com suas respectivas descrições. Os modelos das fotos são instrutores e praticantes do nosso Método em Joinville.</p>
<p>O trabalho de pesquisa está riquíssimo e indico veementemente para:</p>
<ul>
<li>Instrutor de Yôga de qualquer modalidade que desejem enriquecer suas aulas</li>
<li>Praticantes do Nosso Método que almejem ampliar sua flexibilidade e força, pois sabidamente, práticas em dupla aumentam as qualidades físicas, flexionamento e potência muscular</li>
<li>Para cultivar uma prática romântica e potente, com ótimas trocas de retribuição e cuidados com quem você gosta.</li>
</ul>
<blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong><em>SwáSthya Yôga em duplas<br />
Autor: Gustavo Marson<br />
Edição do autor<br />
R$ 42<br />
Pedidos: (47)3422-5309</em></strong></p></blockquote>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Frases do Jojó</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 14:35:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Yôga]]></category>
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		<category><![CDATA[lealdade inquebrantável]]></category>
		<category><![CDATA[Método DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[sádhana]]></category>

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		<description><![CDATA[
O maior de todos os sádhanas
é a convivência gregária.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-277" title="maha-abraco-foto" src="http://yogafloripa.com/blogdojojo/wp-content/uploads/2009/08/maha-abraco-foto-300x250.jpg" alt="maha-abraco-foto" width="300" height="250" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>O maior de todos os sádhanas</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>é a convivência gregária.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O saddhu de Machu Picchu &#8211; 3ª parte: um trem para o inferno</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 20:52:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
		<category><![CDATA[contos pitorescos]]></category>
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		<description><![CDATA[De capital paulista rumamos para Baurú, cidade do interior de São Paulo, atrás de um trem que nos levasse a Corumbá, cidade fronteiriça com a Bolívia e de lá, embarcarmos no famoso trem da morte que nos levaria a Santa Cruz de La Sierra e depois para o Perú.
Telminho e eu compramos um bilhete que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">De capital paulista rumamos para Baurú, cidade do interior de São Paulo, atrás de um trem que nos levasse a Corumbá, cidade fronteiriça com a Bolívia e de lá, embarcarmos no famoso trem da morte que nos levaria a Santa Cruz de La Sierra e depois para o Perú.</p>
<p class="MsoNormal">Telminho e eu compramos um bilhete que nos dava direito a uma cabine que era bastante confortável para os padrões da época. Os mais de mil quilômetros que uniam uma cidade a outra, seriam percorridos pelo período de um dia e pouco, pois o trem parava em uma quantidade enorme de lugarejos de São Paulo e do Mato Grosso.</p>
<p class="MsoNormal">O tempo passava devagar no interior do comboio. Alternávamos leitura, com conversa, e algumas horas de sono. A tarde aproximava-se do fim e estávamos na cabine em nossas camas individuais lendo, quando o meu amigo convidou-me a visitar o trem-restaurante, localizado alguns vagões a frente.</p>
<p class="MsoNormal">Ao chegarmos, nos defrontamos com uma cena curiosa, que fazia-nos lembra dos velhos filmes de farwest: o trem-restaurante estava apinhado de verdadeiros cowboys mal encarados, com seus chapéus de boiadeiros, botas, revólver a cintura e a indefectível cachaça, que tomavam lenta mas continuamente. Tudo isto imerso em uma nuvem de cigarros de palha.</p>
<p class="MsoNormal">Sentamo-nos em uma mesa afastada e Telmo dirigiu-se <span> </span>ao balcão para pedir uns sanduíches. Meu companheiro de aventuras era natural de Lages, SC, um pouco mais baixo do que eu, os olhos eram duas riscas desenhadas numa pele bem morena, parecendo um índio, o corpo forte pela prática do surf e Yôga, o cabelo castanho encaracolado e um andar tranqüilo. Gostava de uma boa conversa e tinha um jeito muito engraçado de contar histórias, fazendo todos rirem muito a sua volta.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Quando estava voltando com a nossa comida, um dos boiadeiros, sentado com mais um amigo mal encarado, levantou a voz e ridicularizou o tamanho do cabelo de Telmo, que era grande para os padrões daquela região.</p>
<p class="MsoNormal">- Isto não é cabelo de homem – disse ele e caiu na gargalhada, seguido pelo parceiro. Percebemos que já estavam bastante bêbados e preferimos evitar qualquer confronto, até porque os simpáticos amigos estavam armados.</p>
<p class="MsoNormal">Mas a dupla continuou ridicularizando o meu pacato comparte até que este perdeu a paciência e levantou-se, dirigindo-se para a mesa onde os dois chatos estavam sentados. Senti-me na obrigação de acompanhar Telminho. Nisto a dupla também levantou das cadeiras e veio nossa direção. Enquanto um deles, o mais agressivo, discutia com Telmo o outro puxou do revóver, enfiou na minha cara e berrou:</p>
<p class="MsoNormal">- Não te mete se não de mato, filho da p&#8230;!</p>
<p class="MsoNormal">Congelei de imediato, parado em pé no meio do trem-restaurante, com os olhos pregados no revólver, sentindo o cheiro do metal da arma mesclado com cachaça que vinha do corpo do boiadeiro. Ele estava muito bêbado. Os olhos estavam semi fechados, mas a mão segurava firme a artilharia.</p>
<p class="MsoNormal">Enquanto isso, meu comparsa e o outro bêbado estavam a ponto de se engalfinhar quando entrou no vagão a turma-do-deixa-disso, acompanhada de fiscais e seguranças da companhia férrea, que nos separaram</p>
<p class="MsoNormal">Ainda sem respirar, puxei Telmo pelo braço enquanto ele lançava uma quantidade incontável de imprecações contra os bêbados, que retribuíam na mesma proporção, e o arrastei até nossa cabine, quando então pude me deitar em estado de choque.</p>
<p class="MsoNormal">E lá ficamos, sem sair nem para fazer xixi até chegarmos a Corumbá. Quase que os saddhus de Machu Picchu morrem antes de chegar ao seu destino.</p>
<p class="MsoNormal">Próximo capítulo: o famoso trem da morte.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O saddhu de Machu Picchu &#8211; 2ª parte: a compra dos dólares</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 21:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida]]></category>
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		<description><![CDATA[Assim influenciados, meu amigo Telminho Arruda, já falecido e o Jojózinho, resolveram virar saddhus em Machu Picchu, no Perú, já que ir para a Índia, em 1976 era impossível para nós, devido a diferença do dólar.
Porém, havia um empecilho: o maldito compulsório, uma verdadeira fortuna a ser paga para qualquer brasileiro que desejasse sair do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Assim influenciados, meu amigo Telminho Arruda, já falecido e o Jojózinho, resolveram virar saddhus em Machu Picchu, no Perú, já que ir para a Índia, em 1976 era impossível para nós, devido a diferença do dólar.</p>
<p class="MsoNormal">Porém, havia um empecilho: o maldito compulsório, uma verdadeira fortuna a ser paga para qualquer brasileiro que desejasse sair do país. Era condição <em>sine qua nom</em> para possuir-se um passaporte. Portanto, estava fora de nossos planos. Assim. Decidimos ir a Machu Picchu ilegalmente! (impressionante o que fazemos quando somos jovens).</p>
<p class="MsoNormal">Então, em dezembro de 1976, partimos para São Paulo, na busca de dólares paralelos, considerados ilegais na época e do trem que nos levasse à Bolívia. Tínhamos um contato em um banco paulista para a compra dos dólares e chegando a terra da garoa, nos dirigimos a <span> </span>agencia bancária onde o fornecedor de dólares trabalhava. Imagine então a cena: em um país ainda muito conservador, dois jovens barbudos, com jeitão riponga entraram em um banco para realizar um ato ilegal para a época. Nossa aparência e nossa expressão temerosa chamavam muita atenção. O banco parou para nos olhar. Aproximamo-nos do balcão e, sussurrando, solicitamos a um funcionário a presença do nosso contato. O bancário nos olhou desconfiado e um tanto relutante chamou o nosso fornecedor que se aproximou também receoso.</p>
<p class="MsoNormal">- Queríamos comprar 2000 dólares – solicitamos baixinho, cheios de culpa e constrangimento, sentindo-nos os maiores facínoras do mundo.</p>
<p class="MsoNormal">- Dólares? – perguntou o nosso amigo, desmanchando a cara amarrada e sorrindo. – Espere um instante.</p>
<p class="MsoNormal">Então se virou para o interior do banco e berrou:</p>
<p class="MsoNormal">- Fulano, libera dois mil dólares aí!</p>
<p class="MsoNormal">Telminho e eu sentimos os olhos de toooooodos os clientes presentes no interior da agencia com os olhos cravados em nós. Ficamos vermelhos de vergonha, sentindo-nos verdadeiros criminosos. Querendo sair daquele local o mais rápido possível, ainda tivemos que aguardar um bom tempo pelos dólares. Com o dinheiro no bolso, sem olhar para os lados, literalmente voamos do banco e tomamos a rua.</p>
<p class="MsoNormal">Próximo capítulo: Um trem para o inferno</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Frases do Jojó</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 16:19:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jojó</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida]]></category>
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		<description><![CDATA[
Enquanto a Humanidade espera que
 a sorte a agarre para mudar a sua vida,
o SwáStha agarra a vida e
muda a sua sorte.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-279" title="trevo-foto" src="http://yogafloripa.com/blogdojojo/wp-content/uploads/2009/08/trevo-foto-150x150.jpg" alt="trevo-foto" width="150" height="150" /></p>
<p style="text-align: center; "><strong>Enquanto a Humanidade espera que</strong></p>
<p style="text-align: center; "><strong> a sorte a agarre para mudar a sua vida,</strong></p>
<p style="text-align: center; "><strong>o SwáStha agarra a vida e</strong></p>
<p style="text-align: center; "><strong>muda a sua sorte.</strong></p>
]]></content:encoded>
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