Get Adobe Flash player
Método DeRose

Yôga em Florianópolis
Unidade Av. Rio Branco


Qualidade de vida na prática
O site mais tradicional
sobre Yôga Antigo
em Santa Catarina

Av. Rio Branco 533/sala 4 | 3223.1282
Fotos Yoga Método DeRose SwaSthya Yôga em Florianópolis » Artigos e reflexões

MEDITAÇÃO DO BOTÃO DE ROSA DESABROCHANDO

Observe a natureza da mente: instável, inconstante, mutável. Existe ali um trânsito contínuo. Desejos, lembranças e pensamentos estão se deslo-cando o tempo inteiro: hora após hora, dia após dia, até a última respiração.

Quando o tráfego para, cessam os pensamentos, expectativas e lembranças, e o que experimen-tamos é um grande aquietamento. Esta quietude é a meditação, e a desfrutaremos a seguir.

Confortavelmente, sente-se com as mãos sobre as pernas ou pés, realizando o Shiva mudrá, com os olhos cerrados e a coluna impecavelmente ereta. Assuma uma condição de confortável imobilidade. Um sorriso quase imperceptível se desenha no seu rosto, como reflexo deste treinamento.

Você está em silêncio. Neste estado de indescritível quietude e comodidade, visualize a sua frente uma delicada roseira… Seu caule irregular nasce da grama e sobe. Algumas folhas verdes brotam do caule… Note que existe nesta roseira um único botão de rosa branco.

 Leia o restante do post em
 http://blogdojojo.com/2011/meditacao-do-botao-de-rosa-desabrochando/#more-1471

O poder do Yôga: uma despretensiosa reflexão.

No último curso com o Mestre DeRose que assisti em Buenos Aires, entre tantos momentos de desfrute de conhecimento, um me chamou a atenção.

Mencionava um pequeno texto na nossa ficha médica e pela milionésima vez, nos alertou sobre a importância de não utilizar-se o Método como terapia.

- Seja o que o indivíduo tiver dentro de si, isto será exacerbado pela prática –mencionava ele – Ao ser uma pessoa criativa, ficará muito mais criativo. Quando sua característica for a inteligência, tornar-se-á mais inteligente. E ao manifestar sinais de loucura, ampliará a sua insanidade!

Leia o restante da matéria clicando http://blogdojojo.com/2011/o-poder-do-yoga-uma-despretensiosa-reflexao/

Ásana, tensão muscular e energia viva – 1a. parte

Ao praticarmos ásana, os procedimentos orgânicos do Yôga, este nos desvela o quadro completo dos nossos limites musculares e articulares.

Muitos de nós, principalmente quando iniciantes, nos assustamos com as limitações reveladas.

Daí a importância de refletirmos um pouco sobre as tensões, suas origens, desenvolvimento e reeducação.

O fenômeno da tensão muscular

Os músculos têm uma grande capacidade contrátil. Todo e qualquer estímulo captado pelos sentidos (visão, audição, tato, olfato e gustação) sempre produzem uma reação

Leia o restante da matéria clicando
 http://blogdojojo.com/2011/asana-e-tensao-muscular-e-energia-viva/

Ásana, tensão muscular e energia viva – 2a. parte

O custo energético das tensões musculares

Músculos com hipertonia (contração muscular) exigem uma demanda continuada de energia para manterem-se retraídos. Nada mais é do que energia mal canalizada. Ela permanece contida, estagnada e direcionada para a manutenção de um escudo ou couraça muscular, com o objetivo de defender-nos. O mais trágico é que 90% das ameaças existem apenas no nosso imaginário, sem encontrar ressonância na realidade objetiva.

Como nossa energia é finita, nos sentimos continuamente fatigados e com uma sensação perene de impotência física, emocional e mental.

Leia o restante da matéria clicando http://blogdojojo.com/2011/asana-e-tensao-muscular-e-energia-viva-2a-parte/

O nosso Yôga e a superação dos instintos

Yôga é domínio sobre a natureza.

Quando olhamos o sádhana, a prática diária, sobre este ângulo, algumas interessantes associações podem ser feitas.

Uma é de que dissolvemos para sempre, em nós, o rótulo utilitário, de benefícios, imposto ao Yôga pela mídia e a opinião pública.

Um bom exemplo é ao executar um ásana, procedimento orgânico, notadamente tão coligado à atividade física, flexibilidade etc. Quando se aplica uma intenção à mentalização enquanto se permanece no ásana, projetamos a posição psico-física para muito além do emprego do azul para sedar ou o laranja para tonificar, modelo ampla e unanimemente usado nas orientações do Instrutor
em classe.

Clique http://blogdojojo.com/2011/a-natureza-e-o-yoga-a-superacao-dos-instintos/#more-383,
no Blogxdo Jojó, para terminar a leitura e aproveite para ler mais.

Uma prática com o Mestre DeRose em Sampa

Sexta-feira, dia 3 de junho de 2011, 10 da noite, em São Paulo.

Alguns minutos antes, entre risos, eu e meus amigos Edgardo Caramella e Sérgio Santos, trocáramos de roupa para realizarmos uma aula prática que seria conduzida pelo nosso Mestre DeRose.

Depois, havíamos subido para o terceiro andar do prédio da sede central do Método DeRose, na Alameda Jaú, e ao chegarmos à cantina, encontramos ali vários outros amigos, todos instrutores da Nossa Cultura, assim como nós. Juntos aguardávamos o início da aula.

Ficamos por algum tempo jogando conversa fora, como fazem os bons companheiros e finalmente nos deslocamos até a sala onde aconteceria o sádhana.

Uma luz difusa, originária de velas, iluminava suavemente o ambiente, se unindo a temperatura agradável e combinada com uma gravação de um gentil sitar.  Sentamo-nos, deixando que aquela atmosfera tão agradável nos impregnasse.

Sentia-me muito bem, cercado de tanta gente que gosto e que convivo há muito tempo. Cerrei os olhos e deixei a consciência expandir e penetrar as vozes das pessoas queridas, os cheiros, o calor dos corpos, a suave emocionalidade que a tudo permeava. Era muito, muito bom fazer parte daquilo. Estar ali…

Finalmente nosso Mestre adentrou a sala. Fomos aquietando-nos. Ele começou a falar e todos nós, muito atentos, desfrutávamos de sua presença.

A seguir, solicitou que realizássemos uma mentalização pelo pai de uma colega nossa e na sequencia, nos convidou a mergulharmos no primeiro anga, mudrá.

E algo fantástico aconteceu: eu tinha 18 anos outra vez! Todas as expectativas, as energias que movia naquele tempo, a emoção primeva de estar tão próximo do Mestre que escolhi, estavam ali de novo e era. naquele momento, um jovem praticante realizando meus primeiros sádhanas, muito circunspecto. Que saudades daqueles tempos…

Não abri mais os olhos. O jovem de 18 e o senhor de 54 anos praticavam juntos. A voz do Mestre conduzia os dois em uma viagem cada vez mais profunda.  Deixei-me levar pela experiência.

Quando finalmente a aula terminou, nos cumprimentamos e sem pressa, voltamos a reunirmo-nos na cantina anexa. Os dois Jojós ainda estavam presentes, matando as saudades. Foi sublime.

 

A Nova Humanidade – 5a parte: relacionamento e sexualidade

Relacionamento

Desde que se começou a medir e avaliar a influência do stresssobre a produtividade e qualidade de vida, identificou-se que a maior fonte de desajuste do indivíduo ao meio é o ambiente relacional familiar.

Portanto, o cultivo das aptidões relacionais é uma das suas maiores ferramentas na busca da felicidade existencial. Quanto mais fecunda e abarcante for a visão sobre o assunto, permitindo substituir  paradigmas afetivos, mais energia, estabilidade emocional e segurança se terá na tomada de decisões, elemento fundamental  para a construção de um existência com qualidade.

Clique e leia o restante deste post

Uma experiência energética – histórias de vivências do Jojó com o Yôga

Havia iniciado minha prática pelo menos há uns seis meses. A identificação com a técnica e o método ocorrera imediatamente e estava imerso em treinar diariamente.

Como ainda era funcionário público, trabalhando oito horas por dia, só possuía disponibilidade de praticar pela manhã, bem cedo e depois do horário do expediente. Minha iniciadora, a Profa. Dalva Arruda, identificando minha paixão pela filosofia, tinha me ofertado uma cópia da chave da porta de entrada do então Instituto de Yôga de Florianópolis. Assim, acordava todos os dias às cinco horas da manhã e me deslocava até a nossa escola de Yôga, praticando apenas de sunga azul turquesa (na época tínhamos uma graduação por cor de uniforme: azul turquesa para os alunos, lilás para instrutores e graduados e branco para os Diretores).

Executava um ady ashtánga sádhana de duas horas e fechando o instituto, me dirigia para o trabalho. Quando saía, às 18 horas, novamente caminhava para o instituto, e realizava mais uma aula com a minha preceptora.

Aos sábados e domingos, religiosamente, repetia todo o ritual pela manhã e a noite. Era um ótimo volume de técnicas concentradas e os resultados logo se fariam notar.

Com uma leve influência estóica na época, havia assumido dois compromissos que cumpria sem desleixo: era dormir nu, independentemente da temperatura (e Floripa faz frio no inverno) e não virar de barriga para baixo durante o sono. Leia mais…

Bíja e eu – a história de uma labradora Golden Retriever e deu apaixonado dono

Li apenas os três primeiros capítulos do livro Marley e Eu. Senti-me desconfortável com tanto amadorismo e incompetência doa autor ao adquirir um cachorro. E como contrapeso, gostaria de compartilhar com você minha experiência diamétricamente oposta.

Sempre quis adquirir um cão, mas imaginava, e com razão, que daria muito trabalho. A progênie Golden Retriever, um labrador peludo e gentil, sempre me atraiu, mas como está catalogado nas raças gigantes, meu foco direcionou-se, inicialmente, para outras, mais ajustáveis as dimensões de um apartamento.

Iniciei o projeto de adquirir um Canis familiaris escolhendo um nome que fosse pequeno, fácil de memorizar e representasse algo com que me identificasse. A denominação elegida foi Bíja, termo sânscrito que significa semente, numa alusão aos sons-sementes dos chakras, centros de força que o Yôga Antigo trabalha com o intuito de alavancar a evolução humana. Mas também como uma referência a semente de carinho, amor e lealdade, característica da raça Golden Retriever. Leia mais…

Uma visita das arábias

Ha alguns anos atrás, estava trabalhando no meu escritório, no segundo piso de nossa Unidade Av. Rio Branco, quando adentra a sala a Instrutora Lisandra Zapelini, a Lika.

- Jojó, por favor, desça para atender um maluco. Não estamos conseguindo controlá-lo – suplicou, com uma expressão assustada no rosto.

Imediatamente desci e me defrontei, na área de atendimento aos interessados, com um homem confortavelmente sentado à mesa da recepção, bem vestido, com um meio sorriso na face, aparentando uns quarenta anos.

- Pois não, amigo. Em que posso ajudá-lo? Perguntei, enquanto sentava-me do outro lado da mesa. Leia mais…

Avenida Rio Branco, 533 - sala 4 | 88015-201 | (48) 3223-1282 | Ver no Google Maps | Assine nosso feed RSS | Montagna  
Vídeo de coreografias Blog do DeRose Blog do Jojó Mude sempre